LEIA
Tu que não te cansas de ler o mar
Não canso eu em mergulhar
Meu poema no codinome do teu olhar
Leia linha a linha de cada onda
Leia entre o balanço que elas têm
Leia sobre as pedras e as espumas
Leia as entrelinhas que se reescrevem
Leia as letras da tábua rasa e cheia
Leia para que ao lê-las se revezem
Na superfície nas profundezas
Leia no tênue brilho das estrelas
Tu que não te cansas de ler navios
Não canso eu em navegar
No raso rio do teu sonhar
Leia enquanto chamo as embarcações
Leia por rumos que se revezam
Leia mesmo que os olhos jamais alcancem
Leia para que se sintam cais
Leia quando o verbo não ventar mais
Leia enquanto há rumores de ventanias
Nas profundezas e superfícies
Leia sob a tênue luz de algum luar
Mas se te cansas ao ler meus versos
Verte tuas águas densas por outras fontes
Deixa que te leia eu nos horizontes
www.psrosseto.webnode.com
Não canso eu em mergulhar
Meu poema no codinome do teu olhar
Leia linha a linha de cada onda
Leia entre o balanço que elas têm
Leia sobre as pedras e as espumas
Leia as entrelinhas que se reescrevem
Leia as letras da tábua rasa e cheia
Leia para que ao lê-las se revezem
Na superfície nas profundezas
Leia no tênue brilho das estrelas
Tu que não te cansas de ler navios
Não canso eu em navegar
No raso rio do teu sonhar
Leia enquanto chamo as embarcações
Leia por rumos que se revezam
Leia mesmo que os olhos jamais alcancem
Leia para que se sintam cais
Leia quando o verbo não ventar mais
Leia enquanto há rumores de ventanias
Nas profundezas e superfícies
Leia sob a tênue luz de algum luar
Mas se te cansas ao ler meus versos
Verte tuas águas densas por outras fontes
Deixa que te leia eu nos horizontes
www.psrosseto.webnode.com
Comentários (0)
Iniciar sessão
para publicar um comentário.
Ainda não há comentários. Sê o primeiro a comentar.
Outros poemas de participantes
cores
tarde em cores frias boca triste avermelhada pingo azul mão molhada sala com luz amarela
manhã quente céu laranja …
feudido
delírio encapsulado
presa estou pela manhã a recolher as lágrimas livre sou à noite ao te recolher em minha cápsula quando me transbordar, a tez partida será…
Kátia Surreal
Dissonantes, se confundem - 09/09/2026
Será que a alegria é irmã da tristeza
Dissonantes, separadas se confundem,
A alegria é a exultação do bem estar
…
Armando A. C. Garcia
Muros de pedra ! - 24/07/2026
Eu tinha o mundo perdido
Na palma de minha mão,
Livre e solto, sacudido
Sem dinheiro, sem tostão.
…
Armando A. C. Garcia