deus e a minha interpretação 2
nesse caso, será deus é coisa viva? será deus é coisa inanimada? será deus - a essência sentida no mundo?
penso nisso,
grande parte dos argumentos agnósticos e ateístas
não dizem respeito contra a existência de deus
e sim somente sim na inexistência do sentido em deus!
ou seja, é impossível ou improvável sentir deus!
o argumento contrário refere-se a dificuldade de sentir uma experiência do que a essência(sentido) de uma existência
sem ser por meio da razão ou fé.
logo, ao concluir aqui parece que a fé está mais ligada a essência(sentido) de uma existência relacionada como ponto de apoio a razão viável
do que a razão completa por uma experiência(sentido, existência).
portanto, talvez a fé seja mais "racional" do que a própria "razão" pela experiência.
a fé é movida talvez pela "razão viável" ligada a essência(sentido da existência divina) "mais completa"
já a razão completa é a "fé substancial" por uma experiência(sentido à existência divina) que é "mais incompleta".
aqui estão algumas ideias centrais
1. "fé/razão viável"
2. "fé/razão substancial"
3. "essência(sentido da existência divina)"
4. "experiência(sentido à existência divina)".
argumentos
"fé/razão viável" trás luz a "essência(sentido da existência divina)", "de forma completa/imparcial/parcial".
"fé/razão substancial" trás luz a "experiência(sentido à existência) divina", "de forma completa/imparcial/parcial".
podemos ter uma "razão viável, uma visão geral" no que é acreditar em deus
apesar de não termos "fé/razão substancial, uma visão especifica" no que e em como acreditar em deus.
penso nisso,
grande parte dos argumentos agnósticos e ateístas
não dizem respeito contra a existência de deus
e sim somente sim na inexistência do sentido em deus!
ou seja, é impossível ou improvável sentir deus!
o argumento contrário refere-se a dificuldade de sentir uma experiência do que a essência(sentido) de uma existência
sem ser por meio da razão ou fé.
logo, ao concluir aqui parece que a fé está mais ligada a essência(sentido) de uma existência relacionada como ponto de apoio a razão viável
do que a razão completa por uma experiência(sentido, existência).
portanto, talvez a fé seja mais "racional" do que a própria "razão" pela experiência.
a fé é movida talvez pela "razão viável" ligada a essência(sentido da existência divina) "mais completa"
já a razão completa é a "fé substancial" por uma experiência(sentido à existência divina) que é "mais incompleta".
aqui estão algumas ideias centrais
1. "fé/razão viável"
2. "fé/razão substancial"
3. "essência(sentido da existência divina)"
4. "experiência(sentido à existência divina)".
argumentos
"fé/razão viável" trás luz a "essência(sentido da existência divina)", "de forma completa/imparcial/parcial".
"fé/razão substancial" trás luz a "experiência(sentido à existência) divina", "de forma completa/imparcial/parcial".
podemos ter uma "razão viável, uma visão geral" no que é acreditar em deus
apesar de não termos "fé/razão substancial, uma visão especifica" no que e em como acreditar em deus.
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