pedaços de mim...
quantas vezes senti a escuridão
a envelhecer-me o rosto, pouco a pouco
nas lentas horas que o relógio anuncia
com insensibilidade e altivez,
como foi possível o silêncio que se fez
na vida, dia após dia?!
e este amor que me prende a garganta,
que é água pura como gotas de orvalho,
trouxe-nos felicidade tanta, tanta.
que em nós alguma coisa ficou viva.
nesse nosso olhar alguma coisa existe,
no coração uma cega pulsação
e o amor persiste.
olho-te com angústia e incerteza
sinto tristeza, e desolada esperança,
que a luz chegue ao nosso anoitecer,
triste e confundida, como calar o sonho?
só sei dizer!
da minha pequenez, mas acredito,
que a vida sempre recomponho.
natalia nuno
rosafogo
a envelhecer-me o rosto, pouco a pouco
nas lentas horas que o relógio anuncia
com insensibilidade e altivez,
como foi possível o silêncio que se fez
na vida, dia após dia?!
e este amor que me prende a garganta,
que é água pura como gotas de orvalho,
trouxe-nos felicidade tanta, tanta.
que em nós alguma coisa ficou viva.
nesse nosso olhar alguma coisa existe,
no coração uma cega pulsação
e o amor persiste.
olho-te com angústia e incerteza
sinto tristeza, e desolada esperança,
que a luz chegue ao nosso anoitecer,
triste e confundida, como calar o sonho?
só sei dizer!
da minha pequenez, mas acredito,
que a vida sempre recomponho.
natalia nuno
rosafogo
Comentários (2)
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2026-06-08
Que bosta de poema ruim do k7
2022-07-13
Ótimo poema, amei.