é hora de dizer adeus
e de contar uma
ou outra palavra dura
é hora de beber o sal do mar
A vida é amarga
tudo que é dito é nosso
e para cada um
sempre conosco até o fim
a língua à pátria é como este pobre coração
sem vida, amor
dividido, partido, completo por cada metade inteiramente igual
é o coração que embala no desvaneio da vida
vem o amor, a bebida e últimas noites sem sono.
e é o assim, para todo aquele que por deus
ou pelo diabo ou por forças misteriosas da natureza
não conheceu ou não quis amar ou não foi possível
nenhuma dessas cousas.
e de contar uma
ou outra palavra dura
é hora de beber o sal do mar
A vida é amarga
tudo que é dito é nosso
e para cada um
sempre conosco até o fim
a língua à pátria é como este pobre coração
sem vida, amor
dividido, partido, completo por cada metade inteiramente igual
é o coração que embala no desvaneio da vida
vem o amor, a bebida e últimas noites sem sono.
e é o assim, para todo aquele que por deus
ou pelo diabo ou por forças misteriosas da natureza
não conheceu ou não quis amar ou não foi possível
nenhuma dessas cousas.
Comentários (0)
Iniciar sessão
para publicar um comentário.
Ainda não há comentários. Sê o primeiro a comentar.
Outros poemas de participantes
NÃO É O QUE SONHEI
Minha vida é um retalho perdido, Dos sonhos que tive um dia, Nenhum deles foi vivido, O que me causa rebeldia. Vida dura a que vivi, Fug…
Celso Ciampi
Rumores de uma Prece
Nos rumores de uma prece dilui-se e chocalha-se este silêncio tão ágil e volátil Agita-se a voz num imenso burburinho de palavras distint…
Frederico de Castro
Íntima fuga
a consciência como investida no colo do tempo dói a vida o pensar dardo contrito finge-se ataque pelos sentidos o homem resta íntima fuga…
AurelioAquino
Cheiro de alma
Encantar com a flores da alma; transfigura.
Altura: crista do coração; nua e bela.
Revela o ser, na simplicidade; a mais pura. …
Raquel Ordones