Trindade da Abelha
É que é uma eterna constância o jeito que o mundo gira. E ainda dizem por aí que as mãos serão seguras. Na verdade sente-se quando perde e a gente sabe como é a história. Você não sabe o que é luxo, quando sempre se tem o luxo do seu lado. Acha que é normal.
Tô passando mal tem um tempo, talvez nem passando, mas só esteja mal mesmo. É assim que se faz o dia.
O agir mecânico natural, cheirando a óleo antiferrugem, por não saber mais entender quem se ama, se torna coisa mais comum por aqui. E acredite se quiser, nunca quisera antes eu ter sentimento parecido com esse. Até poderia ter imaginado, mas nada seria tão Black mirror quanto EU ROBÔ, quanto um eu mecânico.
Hoje é um sopro no calendário mensal, hoje é um dia após o dia de ontem que me disseram que não se tem mais textinhos matutinos. Não tinha mesmo!
É que por aqui se funciona de acordo com o que se sente, é mais difícil fingir ou coisa do tipo, é mais difícil.
Hoje eu tô só aquele abraço com tapinha nas costas, porque ontem, vivi disso!
Por aqui, ultimamente o cheiro do Beck é diferente e acompanha cerveja. A cerveja é só o acompanhamento mesmo, o prato principal é a vontade de levantar e sair correndo, roubar um abraço de verdade, daqueles que se sente e não se passa.
A vida é a trindade da abelha, o Beck a palha e o copo de cerveja, mas eu aprendi com o cigarro branco, de filtro vermelho que vem mais ainda com gosto de câncer, morte. Afinal de contas a gente se mata todo dia, um pouquinho de cada vez, mas todo dia! Cigarro, cerveja, rotina, trabalho, amores, usina! E a gente respira o pó, traga a fumaça e morre, morre de solidão valorosa.
Vale quanto um dia sóbrio?
Tô passando mal tem um tempo, talvez nem passando, mas só esteja mal mesmo. É assim que se faz o dia.
O agir mecânico natural, cheirando a óleo antiferrugem, por não saber mais entender quem se ama, se torna coisa mais comum por aqui. E acredite se quiser, nunca quisera antes eu ter sentimento parecido com esse. Até poderia ter imaginado, mas nada seria tão Black mirror quanto EU ROBÔ, quanto um eu mecânico.
Hoje é um sopro no calendário mensal, hoje é um dia após o dia de ontem que me disseram que não se tem mais textinhos matutinos. Não tinha mesmo!
É que por aqui se funciona de acordo com o que se sente, é mais difícil fingir ou coisa do tipo, é mais difícil.
Hoje eu tô só aquele abraço com tapinha nas costas, porque ontem, vivi disso!
Por aqui, ultimamente o cheiro do Beck é diferente e acompanha cerveja. A cerveja é só o acompanhamento mesmo, o prato principal é a vontade de levantar e sair correndo, roubar um abraço de verdade, daqueles que se sente e não se passa.
A vida é a trindade da abelha, o Beck a palha e o copo de cerveja, mas eu aprendi com o cigarro branco, de filtro vermelho que vem mais ainda com gosto de câncer, morte. Afinal de contas a gente se mata todo dia, um pouquinho de cada vez, mas todo dia! Cigarro, cerveja, rotina, trabalho, amores, usina! E a gente respira o pó, traga a fumaça e morre, morre de solidão valorosa.
Vale quanto um dia sóbrio?