O eco de Atenas
Eu, e minhas circunstâncias,
caminhamos, lado a lado,
rumo ao desconhecido,
tendo a poesia como guia.
Por ruas de cantaria,
pelo labirinto de becos
e escadarias, escuta-se
o eco do silêncio.
Do silêncio surge a poesia,
ela vem envolta nas cores
dos azulejos, no canto dos
bem-te-vis, nas ondas do mar.
Dos sobrados e igrejas,
ecoam lendas e mistérios,
a poesia destilada da saudade.
***
El eco de Atenas
Yo, y mis circunstancias
caminamos, lado a lado,
hacia lo desconocido,
con la poesía como guía.
A través de calles de cantaria,
del laberinto de callejones
y escaleras, se escucha
el eco del silencio.
Del silencio surge la poesía,
viene envuelta en los colores
de los azulejos, en el canto de
los benteveos, en las olas del mar.
De los antiguos sobrados
y las iglesias, las leyendas
y los misterios resuenan,
la poesía destilada del anhelo.
VELOSO, Gabriela Lages. Poema El eco de Atenas. Revista Los Trapos, Argentina, 15 abr. 2022.
caminhamos, lado a lado,
rumo ao desconhecido,
tendo a poesia como guia.
Por ruas de cantaria,
pelo labirinto de becos
e escadarias, escuta-se
o eco do silêncio.
Do silêncio surge a poesia,
ela vem envolta nas cores
dos azulejos, no canto dos
bem-te-vis, nas ondas do mar.
Dos sobrados e igrejas,
ecoam lendas e mistérios,
a poesia destilada da saudade.
***
El eco de Atenas
Yo, y mis circunstancias
caminamos, lado a lado,
hacia lo desconocido,
con la poesía como guía.
A través de calles de cantaria,
del laberinto de callejones
y escaleras, se escucha
el eco del silencio.
Del silencio surge la poesía,
viene envuelta en los colores
de los azulejos, en el canto de
los benteveos, en las olas del mar.
De los antiguos sobrados
y las iglesias, las leyendas
y los misterios resuenan,
la poesía destilada del anhelo.
VELOSO, Gabriela Lages. Poema El eco de Atenas. Revista Los Trapos, Argentina, 15 abr. 2022.
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