Sombras da noite
Chega o momento em que as velas se apagam
Que as gargalhadas silenciam que o copo esvazia
Enquanto a luz descansa os fantasmas levantam
O copo ganha uma nova pedra de gelo e companhia
A noite encontra então um meio de perpetuar
Teimando em manter as estrelas acesas
As palavras seguem o trilho mágico de um olhar
E encontram meu corpo com as mãos sobre a mesa
No coração aquelas letras são acolhidas e aquecidas
Se juntam à canção aos sonhos à ingenuidade
As gargalhadas reacendem e levam versos sopros de vida
La fora a madrugada chora e ilumina cada um dos poetas da cidade
Deus abençoe as sombras da noite
Carlos Correa
Que as gargalhadas silenciam que o copo esvazia
Enquanto a luz descansa os fantasmas levantam
O copo ganha uma nova pedra de gelo e companhia
A noite encontra então um meio de perpetuar
Teimando em manter as estrelas acesas
As palavras seguem o trilho mágico de um olhar
E encontram meu corpo com as mãos sobre a mesa
No coração aquelas letras são acolhidas e aquecidas
Se juntam à canção aos sonhos à ingenuidade
As gargalhadas reacendem e levam versos sopros de vida
La fora a madrugada chora e ilumina cada um dos poetas da cidade
Deus abençoe as sombras da noite
Carlos Correa
Comentários (0)
Iniciar sessão
para publicar um comentário.
Ainda não há comentários. Sê o primeiro a comentar.
Outros poemas de participantes
Rotinas
gostar de rotinas faz-me gostar muito mais dos dias que não sabem a ontem
Isabel Pires
Mimos
às vezes o amor
aproveita-se das ausências
veste-se de filamentos de nós
e invade os dias que nascem iguais
para os tornar e…
Isabel Pires
Carmesim
há um encanto especial nos dias curtos do verão tardio.
o sol, em promessa de brevidade, beija-nos a pele com vontade de ficar.
…
Isabel Pires
A meias
raia a manhã na consciência tempo entardecido insistência rastros do homem em sua ausência a que foge de si a que lhe intenta construir-s…
AurelioAquino