Uma velha canção de primavera
Era um sonho claro que era
E isso não importava naquele
Momento quase primavera
Tudo que queria estava nele
A caneta voltou a ser uma guitarra
A poesia saiu da linha e pulou no microfone
O som do violino vinha da cigarra
E os girassóis balançavam seus saxofones
Vi as nuvens aglomerando mas não era tempestade
Os cravos paqueravam todas aquelas dançarinas
Margaridas sensuais que comemoravam sua liberdade
As azaleias se despediam delicadas como bailarinas
Em meio a toda aquela algazarra de sons e fantasia
Reparei numa flor de pétalas tão macias quanto vistosas
Tocava uma velha canção que falava de uma garota que partia
Guardei-a num refrão despertei então no perfume daquela rosa
Era um sonho claro que era...
Deus abençoe os portais
Carlos Correa
E isso não importava naquele
Momento quase primavera
Tudo que queria estava nele
A caneta voltou a ser uma guitarra
A poesia saiu da linha e pulou no microfone
O som do violino vinha da cigarra
E os girassóis balançavam seus saxofones
Vi as nuvens aglomerando mas não era tempestade
Os cravos paqueravam todas aquelas dançarinas
Margaridas sensuais que comemoravam sua liberdade
As azaleias se despediam delicadas como bailarinas
Em meio a toda aquela algazarra de sons e fantasia
Reparei numa flor de pétalas tão macias quanto vistosas
Tocava uma velha canção que falava de uma garota que partia
Guardei-a num refrão despertei então no perfume daquela rosa
Era um sonho claro que era...
Deus abençoe os portais
Carlos Correa
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