Dois lugares
Dizem que o tempo passa
Nuvem que ninguém percebe
Arco, arcabouço, fumaça
Um ardor de amor perene
O campo cheio de aguerridos homens
Os estandartes, as lançam não cansam,
e nenhum grande fim ao nosso sangue, jamais!
O vento quente e a poeira fina roem os nossos olhos
O herói é só mais um enceguecido
e que chora às primeiras notas da canção
Envolvido em paixão confusa, esqueceu-se do lar
E após, eu sempre digo — Assenta-te aqui,
amigo antigo! Conversemos! A palavra é abrigo
e o fogo não cessa de queimar em nosso
meio, amolecendo o ferro das espadas
Nuvem que ninguém percebe
Arco, arcabouço, fumaça
Um ardor de amor perene
O campo cheio de aguerridos homens
Os estandartes, as lançam não cansam,
e nenhum grande fim ao nosso sangue, jamais!
O vento quente e a poeira fina roem os nossos olhos
O herói é só mais um enceguecido
e que chora às primeiras notas da canção
Envolvido em paixão confusa, esqueceu-se do lar
E após, eu sempre digo — Assenta-te aqui,
amigo antigo! Conversemos! A palavra é abrigo
e o fogo não cessa de queimar em nosso
meio, amolecendo o ferro das espadas
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