EM TUDO TE APRENDO
Pé ante pé, descubro os sinais
que os teus olhos pintam nas casas,
nas montras, nas mesas dos cafés.
Recados que me deixas
espalhados pelos cantos da vida,
como quem escreve cartas à lua
ou testamenta o oiro que há de vir.
Essa voz que rasga caminhos também é tua.
Sigo-a, até onde perco e recupero sentidos,
semeando promessas entre os dedos
das quatro mãos abertas.
Contigo aprendo os trevos, os pampilhos,
o voo dos flamingos, o ranger das bicicletas...
Em tudo te aprendo e me vejo sorrir.
que os teus olhos pintam nas casas,
nas montras, nas mesas dos cafés.
Recados que me deixas
espalhados pelos cantos da vida,
como quem escreve cartas à lua
ou testamenta o oiro que há de vir.
Essa voz que rasga caminhos também é tua.
Sigo-a, até onde perco e recupero sentidos,
semeando promessas entre os dedos
das quatro mãos abertas.
Contigo aprendo os trevos, os pampilhos,
o voo dos flamingos, o ranger das bicicletas...
Em tudo te aprendo e me vejo sorrir.
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