O AMOR (1978)
O amor canta-se com quatro letras.
Contrói-se em cidades infinitas.
Tudo derruba e tudo constrói,
e cria mesmo o que foi destruído.
Não se escreve, canta-se.
Não se canta, sente-se.
Não se sente, respira-se com os olhos da alma.
Ele já corria pelas planícies antes de existir planícies
e, no fim de tudo,
continuará a correr pelas planícies...
Contrói-se em cidades infinitas.
Tudo derruba e tudo constrói,
e cria mesmo o que foi destruído.
Não se escreve, canta-se.
Não se canta, sente-se.
Não se sente, respira-se com os olhos da alma.
Ele já corria pelas planícies antes de existir planícies
e, no fim de tudo,
continuará a correr pelas planícies...
Comentários (0)
Iniciar sessão
para publicar um comentário.
Ainda não há comentários. Sê o primeiro a comentar.
Outros poemas de participantes
Um casal ( a terra e o humano )
Nossa criação humana sempre foi muito bela... desde a formação desta magnifica terra - nada foi criado contra o homem e a mulher... pelo …
Ademir D.Zanotelli *Poeta*
Texto sobre o amor.
Minha noite é uma caminhada para o dia... que vem em silêncio se aproximando em cantos de chiados por passarinhos - meus olhos estão quei…
Ademir D.Zanotelli *Poeta*
Coruja Doce ê..
Julian Lael
Porque inteligência é tão braba, Não há como fugir dela pinguim; E age na surdina, logo acaba, Com o intelecto do mai…
Julian Lael
Taberna do Sol Poente
Dodge Leal
A trilha da dor não é eterna, E me formei com diplomas... Meu Deus! — naquela taberna! Mas lá é a ruína dos axiomas.…
Julian Lael