Quando te achares só
e de mim sentires saudades
lembra-te das mil vezes
que desejámos morrer de beijos
por considerarmos ser essa
a melhor forma de morrer.
Depois olha à tua volta
e aprecia os azuis que te circundam.
Verás que um é o céu
onde te escrevo os meus recados.
Outro é o rio que nos separa.
Outro é a minha mão que te acena.
Outro são os beijos que te sopro.
Dirás tu
que as mãos não são azuis.
Que os beijos não são azuis!
Meu bem, se é chegada a hora de morrer
que importa a cor da mão que nos leve
ou dos beijos que nos matem?
Vens?
e de mim sentires saudades
lembra-te das mil vezes
que desejámos morrer de beijos
por considerarmos ser essa
a melhor forma de morrer.
Depois olha à tua volta
e aprecia os azuis que te circundam.
Verás que um é o céu
onde te escrevo os meus recados.
Outro é o rio que nos separa.
Outro é a minha mão que te acena.
Outro são os beijos que te sopro.
Dirás tu
que as mãos não são azuis.
Que os beijos não são azuis!
Meu bem, se é chegada a hora de morrer
que importa a cor da mão que nos leve
ou dos beijos que nos matem?
Vens?
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