Olhar
A janela apoia meu peito
Vejo a multidão aglomerada
pelas calçadas
na rua Solidão
Em mim a comoção
Desejos de abraçar
Enviar-lhes missivas de amor
A ternura enche-me o peito
faz brilhar meus pensamentos
Partículas doces de um sentimento
Jogo ao vento…
Vejo a multidão aglomerada
pelas calçadas
na rua Solidão
Em mim a comoção
Desejos de abraçar
Enviar-lhes missivas de amor
A ternura enche-me o peito
faz brilhar meus pensamentos
Partículas doces de um sentimento
Jogo ao vento…
Comentários (0)
Iniciar sessão
para publicar um comentário.
Ainda não há comentários. Sê o primeiro a comentar.
Outros poemas de participantes
Só
tangendo a solidão no colo dos ventos o homem arruma o peso do presente o tempo assuntando a alma da-se inerte enquanto passa o espaço fi…
AurelioAquino
secura
o velório foi frio quase inexistiu pardais em sua lida de cata ó, de sussurros em seu redor vivem os mortos, sim o enterro foi um…
Darlan de Matos Cunha
avoengo
os avós e a lavoura menção de ternura de sol a sol o pequeno rebanho a cerca inclinada e a pedra azul maciça como que um presente u…
Darlan de Matos Cunha
ambos & todos
muito antes do poema sujo da ponta de areia nas íris da cor creme afagando as paredes da bandeja cheia de trópico do alvoroço vindo de lo…
Darlan de Matos Cunha