🔴 Datena é Boulos, Boulos é Datena
Filmes, documentários e esquetes de humor já mostraram aquele sujeito, na televisão, que fica gritando, indignado, contra os criminosos e as autoridades. Lógico, esses apresentadores exibem, sempre espumando de indignação, buracos, enchentes, assassinatos e demais mazelas urbanas. Enchentes que são narradas como uma partida de futebol e acompanhadas como em um “reality show”.
Pois, o mais conhecido deles perdeu o que restava de sua credibilidade. É fácil deduzir que estou me referindo ao melhor narrador das enchentes paulistanas, José Luiz Datena. Ele talvez seja o arquétipo inspirador dos diretores de filmes e humoristas.
Como sempre apontou a incompetência das autoridades, quando lançava sua candidatura, logo vinha uma sensação de “agora vai” e seu nome logo liderava as pesquisas. No entanto, sempre vinha a desistência, revelando que a candidatura era, na verdade, um “balão de ensaio”.
Datena é muito bom no que faz e parece inteligente a ponto de ameaçar sair da emissora e entrar na vida pública. A ameaça de candidatura parece uma estratégia para dar um “upgrade” no contrato. Parece funcionar bem.
Para o comunicador se tornar o arquétipo perfeito do apresentador picareta faltava pouco. Denunciador, falastrão, babando de inconformismo e parecendo a solução para todos os problemas, faltava a associação com figuras, no mínimo, duvidosas. Agora não falta mais.
Alguém “vazou” uma filmagem do Datena e Guilherme Boulos tramando uma chapa para dominar São Paulo. Mais, numa trama digna de uma “famiglia” de mafiosos, a estratégia para “puxar o tapete” do Lula. Três detalhes me tomaram a atenção. Um: as, por assim dizer, articulações foram numa bela casa, não num imóvel invadido, que Boulos gosta de chamar eufemisticamente de “ocupação”. Dois: Boulos deixou Datena falar muito. Claro, sabendo do teor comprometedor e da filmagem. Três: como sempre o apresentador desiste, se isso acontecer, quem será o vice-prefeito de Boulos?
Eu nunca me imaginei aconselhando o Lula. Mas, como aprendi nos filmes de máfia, o chefe tem que tomar cuidado com os lugares onde vai, com quem anda e em quem confiar.
Pois, o mais conhecido deles perdeu o que restava de sua credibilidade. É fácil deduzir que estou me referindo ao melhor narrador das enchentes paulistanas, José Luiz Datena. Ele talvez seja o arquétipo inspirador dos diretores de filmes e humoristas.
Como sempre apontou a incompetência das autoridades, quando lançava sua candidatura, logo vinha uma sensação de “agora vai” e seu nome logo liderava as pesquisas. No entanto, sempre vinha a desistência, revelando que a candidatura era, na verdade, um “balão de ensaio”.
Datena é muito bom no que faz e parece inteligente a ponto de ameaçar sair da emissora e entrar na vida pública. A ameaça de candidatura parece uma estratégia para dar um “upgrade” no contrato. Parece funcionar bem.
Para o comunicador se tornar o arquétipo perfeito do apresentador picareta faltava pouco. Denunciador, falastrão, babando de inconformismo e parecendo a solução para todos os problemas, faltava a associação com figuras, no mínimo, duvidosas. Agora não falta mais.
Alguém “vazou” uma filmagem do Datena e Guilherme Boulos tramando uma chapa para dominar São Paulo. Mais, numa trama digna de uma “famiglia” de mafiosos, a estratégia para “puxar o tapete” do Lula. Três detalhes me tomaram a atenção. Um: as, por assim dizer, articulações foram numa bela casa, não num imóvel invadido, que Boulos gosta de chamar eufemisticamente de “ocupação”. Dois: Boulos deixou Datena falar muito. Claro, sabendo do teor comprometedor e da filmagem. Três: como sempre o apresentador desiste, se isso acontecer, quem será o vice-prefeito de Boulos?
Eu nunca me imaginei aconselhando o Lula. Mas, como aprendi nos filmes de máfia, o chefe tem que tomar cuidado com os lugares onde vai, com quem anda e em quem confiar.
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