🔴 Grande inauguração
O símbolo de administrações sem realizações é a inauguração de obras e objetos que nem sequer foram construídas e/ou entregues. Exemplos disso são: “outdoos”, siglas e pedras fundamentais. No entanto, o governo federal do PT (Partido dos Trabalhadores), que sempre utilizou este subterfúgio de propaganda, abusou, inaugurando a letra “A”.
Teve festinha de inauguração do letreiro do Ministério da Cultura. Como não havia outra intenção, o evento foi carregado de um simbolismo provocador. Sim, uma resposta a quem não quer corrupção e privilégios. É um recado simbólico de reconstrução da cultura; porém, a realidade é a volta da boquinha. Exemplo: direcionamentos da Lei Rouanet aos artistas amigos (petistas). No fim, tudo fica parecendo o que realmente é: a celebração da sinecura, do refestelar-se do Poder, de ociosos nada criativos.
A oposição, os maldosos e zombeteiros dizem que o PT, ao instalar a letra “A”, inaugurou sua 1ª obra; entretanto, eu corriijo: essa foi a 19ª obra desse governo.
A inauguração foi pensada para simbolizar uma reconstrução, com a estética dos soldados norte-americanos levantando a bandeira dos Estados Unidos em Iwo Jima, na Segunda Guerra Mundial, em icônica fotografia. Assim como o hasteamento da bandeira norte-americana pelos fuzileiros navais, os petistas sabiam do impacto populista da cena. Mas, aqui no Brasil, a história se repetiu como farsa. O resultado: virou piada.
Na falta de uma agenda positiva, a cerimônia dá a impressão que algo está sendo feito. De fato, algo está sendo feito, mas não beneficia ninguém. Só faz espuma. Num governo movido a impedimentos (CPMI), revogações, proibições, suspensões e todo tipo de destruição, precisa-se acender os holofotes sobre... a letra “A”.
A solenidade de colocação do letreiro é como a picanha, o café da manhã, a refeição, uma representação, um teatrinho, uma simples figura de linguagem. Os convidados foram brindados por um sambinha esperto. Afinal, já temos o circo, só falta o pão.
Agora vai!
Obs: no site “Gazeta Explosiva”, com imagens.
Teve festinha de inauguração do letreiro do Ministério da Cultura. Como não havia outra intenção, o evento foi carregado de um simbolismo provocador. Sim, uma resposta a quem não quer corrupção e privilégios. É um recado simbólico de reconstrução da cultura; porém, a realidade é a volta da boquinha. Exemplo: direcionamentos da Lei Rouanet aos artistas amigos (petistas). No fim, tudo fica parecendo o que realmente é: a celebração da sinecura, do refestelar-se do Poder, de ociosos nada criativos.
A oposição, os maldosos e zombeteiros dizem que o PT, ao instalar a letra “A”, inaugurou sua 1ª obra; entretanto, eu corriijo: essa foi a 19ª obra desse governo.
A inauguração foi pensada para simbolizar uma reconstrução, com a estética dos soldados norte-americanos levantando a bandeira dos Estados Unidos em Iwo Jima, na Segunda Guerra Mundial, em icônica fotografia. Assim como o hasteamento da bandeira norte-americana pelos fuzileiros navais, os petistas sabiam do impacto populista da cena. Mas, aqui no Brasil, a história se repetiu como farsa. O resultado: virou piada.
Na falta de uma agenda positiva, a cerimônia dá a impressão que algo está sendo feito. De fato, algo está sendo feito, mas não beneficia ninguém. Só faz espuma. Num governo movido a impedimentos (CPMI), revogações, proibições, suspensões e todo tipo de destruição, precisa-se acender os holofotes sobre... a letra “A”.
A solenidade de colocação do letreiro é como a picanha, o café da manhã, a refeição, uma representação, um teatrinho, uma simples figura de linguagem. Os convidados foram brindados por um sambinha esperto. Afinal, já temos o circo, só falta o pão.
Agora vai!
Obs: no site “Gazeta Explosiva”, com imagens.
Comentários (0)
Iniciar sessão
para publicar um comentário.
Ainda não há comentários. Sê o primeiro a comentar.
Outros poemas de participantes
avoengo
os avós e a lavoura menção de ternura de sol a sol o pequeno rebanho a cerca inclinada e a pedra azul maciça como que um presente u…
Darlan de Matos Cunha
ambos & todos
muito antes do poema sujo da ponta de areia nas íris da cor creme afagando as paredes da bandeja cheia de trópico do alvoroço vindo de lo…
Darlan de Matos Cunha
cãs
sem os pés no chão e as mãos embrulhando as negativas de todos os dias lá vai ela lá vai ele absortos ou…
Darlan de Matos Cunha
Baby don't leave me
Baby don't leave Me for somebody else Because I want you to be mine For the rest of my life I want you to be happy with me Because I coul…
Aldo gabbay kraas