Corporis
Eu sou o rosto que te cruzou
Teu sonho pequeno
Eu sou o marco que não ficou
Areia ao vento
O rastro do teu destino,
A boca torta
A te perseguir pelos becos
Os fantasmas em tua cama
Sou eu em tudo ao mesmo tempo
O sustento de caveira e ossos
A luz e a escuridão
Eu sou a própria sorte
A tua própria encarnação
Sou a chama que te arde
A bailar sobre as almas do passado
Sou nada e somente nada
A dançar a valsa dos Vasos Quebrados
Teu sonho pequeno
Eu sou o marco que não ficou
Areia ao vento
O rastro do teu destino,
A boca torta
A te perseguir pelos becos
Os fantasmas em tua cama
Sou eu em tudo ao mesmo tempo
O sustento de caveira e ossos
A luz e a escuridão
Eu sou a própria sorte
A tua própria encarnação
Sou a chama que te arde
A bailar sobre as almas do passado
Sou nada e somente nada
A dançar a valsa dos Vasos Quebrados
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