Corporis
Eu sou o rosto que te cruzou
Teu sonho pequeno
Eu sou o marco que não ficou
Areia ao vento
O rastro do teu destino,
A boca torta
A te perseguir pelos becos
Os fantasmas em tua cama
Sou eu em tudo ao mesmo tempo
O sustento de caveira e ossos
A luz e a escuridão
Eu sou a própria sorte
A tua própria encarnação
Sou a chama que te arde
A bailar sobre as almas do passado
Sou nada e somente nada
A dançar a valsa dos Vasos Quebrados
Teu sonho pequeno
Eu sou o marco que não ficou
Areia ao vento
O rastro do teu destino,
A boca torta
A te perseguir pelos becos
Os fantasmas em tua cama
Sou eu em tudo ao mesmo tempo
O sustento de caveira e ossos
A luz e a escuridão
Eu sou a própria sorte
A tua própria encarnação
Sou a chama que te arde
A bailar sobre as almas do passado
Sou nada e somente nada
A dançar a valsa dos Vasos Quebrados
Comentários (0)
Iniciar sessão
para publicar um comentário.
Ainda não há comentários. Sê o primeiro a comentar.
Outros poemas de participantes
cores
tarde em cores frias boca triste avermelhada pingo azul mão molhada sala com luz amarela
manhã quente céu laranja …
feudido
delírio encapsulado
presa estou pela manhã a recolher as lágrimas livre sou à noite ao te recolher em minha cápsula quando me transbordar, a tez partida será…
Kátia Surreal
Dissonantes, se confundem - 09/09/2026
Será que a alegria é irmã da tristeza
Dissonantes, separadas se confundem,
A alegria é a exultação do bem estar
…
Armando A. C. Garcia
Muros de pedra ! - 24/07/2026
Eu tinha o mundo perdido
Na palma de minha mão,
Livre e solto, sacudido
Sem dinheiro, sem tostão.
…
Armando A. C. Garcia