Rochas Sedimentar
Oh, rocha sedimentar, testemunha silenciosa,
Registrando a história, a saga grandiosa.
Camadas sobre camadas, pacientemente depositadas,
Guardiãs das memórias, valiosas e resguardadas.
Na margem dos rios, nas profundezas dos mares,
Tuas partículas, suaves e singulares,
Acumulam-se lentamente, ao longo dos anos,
Formando estratos, como delicados planos.
Areia, argila e calcário, entre tantos elementos,
Cada grão uma história, um relato dos tempos.
Das dunas desérticas às praias banhadas de sol,
Teu encanto se revela, em cada detalhe, em cada lençol.
Fósseis fossilizados, criaturas petrificadas,
Testemunhas do passado, vida transformada.
Conchas e concreções, esculpidas pelo tempo,
Contando segredos, em cada contorno, em cada ornamento.
Cavernas esculpidas, por águas incansáveis,
Tua beleza majestosa, tão inabalável.
Os estromatólitos, marcas antigas de vida,
Refletindo o surgimento, a jornada querida.
Oh, rocha sedimentar, és história e paciência,
Amparada pelas eras, em tua essência.
Nos teus estratos, lemos o passado,
E maravilhamo-nos com o que tens guardado.
E assim, admiramos as rochas sedimentares,
Como livros abertos, cheios de memórias singulares.
Uma celebração da Terra, de sua evolução constante,
E do elo eterno entre o passado e o presente.
Registrando a história, a saga grandiosa.
Camadas sobre camadas, pacientemente depositadas,
Guardiãs das memórias, valiosas e resguardadas.
Na margem dos rios, nas profundezas dos mares,
Tuas partículas, suaves e singulares,
Acumulam-se lentamente, ao longo dos anos,
Formando estratos, como delicados planos.
Areia, argila e calcário, entre tantos elementos,
Cada grão uma história, um relato dos tempos.
Das dunas desérticas às praias banhadas de sol,
Teu encanto se revela, em cada detalhe, em cada lençol.
Fósseis fossilizados, criaturas petrificadas,
Testemunhas do passado, vida transformada.
Conchas e concreções, esculpidas pelo tempo,
Contando segredos, em cada contorno, em cada ornamento.
Cavernas esculpidas, por águas incansáveis,
Tua beleza majestosa, tão inabalável.
Os estromatólitos, marcas antigas de vida,
Refletindo o surgimento, a jornada querida.
Oh, rocha sedimentar, és história e paciência,
Amparada pelas eras, em tua essência.
Nos teus estratos, lemos o passado,
E maravilhamo-nos com o que tens guardado.
E assim, admiramos as rochas sedimentares,
Como livros abertos, cheios de memórias singulares.
Uma celebração da Terra, de sua evolução constante,
E do elo eterno entre o passado e o presente.
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