Água, essência da vida em seu fluir, Pura e cristalina, a nos nutrir, Doce e refrescante, sagrado bem, Em cada gota, um oceano de além.
Nos rios e lagos, tua morada, Ecoando canções, uma sinfonia encantada, Danças com as pedras, abraças as margens, Em tua serenidade, encontramos alívio nas passagens.
Nas quedas d'água, tua força se revela, Um espetáculo de poder que embriaga, A energia vital que nos impulsiona, Renovando a vida a cada queda que desfruta.
Nos mares imensos, vastidão sem fim, Ondas quebrando, salpicando enfim, Teu abraço salgado, teu mistério profundo, Esconde tesouros, um mundo submerso no fundo.
No céu, te transformas em nuvens brancas, Viajando ao vento, em danças francas, Em chuvas, te derramas sobre a terra, Alimentando a vida, uma dádiva que se encerra.
Nos lagos tranquilos, espelhos de serenidade, Refletindo céus azuis, em pura claridade, Tu és um espelho de calma e quietude, Um convite à paz, à plenitude.
Água, em tuas múltiplas formas e faces, És essencial, vital em todos os lugares, Doce sustento, fonte de vida e saúde, Em ti, encontramos a essência da plenitude.
Cuidemos de ti, ó preciosa dádiva, Preservemos tuas nascentes, tua beleza viva, Que em cada gota, saibamos reconhecer, A importância e o poder que em ti podemos ver.
Água, elo de conexão entre toda criação, Te celebramos com gratidão, Porque em teu abraço, encontramos renovação, Água, a essência da vida em sua perfeição.
Sou paranaense, nascida na cidade de Cambé no Paraná em 19/08, não vim ao mundo sozinha vim com a minha irmã gêma Aline Josiane Sebaio mas sou caçula por 5 minutos.
Sou graduanda de Geologia pela Universidade Federal de Uberlândia na cidade de Monte Carmelo.
Sou graduanda de Administração pelo Instituto Federal do Triângulo Mineiro na cidade de Patos de Minas, já no 5º período, onde sou apaixonada pelo meu curso.
Amo ler e escrever e uma das minhas prioridades é o amor...
Água, essência da vida em seu fluir, Pura e cristalina, a nos nutrir, Doce e refrescante, sagrado bem, Em cada gota, um oceano de além.
Nos rios e lagos, tua morada, Ecoando canções, uma sinfonia encantada, Danças com as pedras, abraças as margens, Em tua serenidade, encontramos alívio nas passagens.
Nas quedas d'água, tua força se revela, Um espetáculo de poder que embriaga, A energia vital que nos impulsiona, Renovando a vida a cada queda que desfruta.
Nos mares imensos, vastidão sem fim, Ondas quebrando, salpicando enfim, Teu abraço salgado, teu mistério profundo, Esconde tesouros, um mundo submerso no fundo.
No céu, te transformas em nuvens brancas, Viajando ao vento, em danças francas, Em chuvas, te derramas sobre a terra, Alimentando a vida, uma dádiva que se encerra.
Nos lagos tranquilos, espelhos de serenidade, Refletindo céus azuis, em pura claridade, Tu és um espelho de calma e quietude, Um convite à paz, à plenitude.
Água, em tuas múltiplas formas e faces, És essencial, vital em todos os lugares, Doce sustento, fonte de vida e saúde, Em ti, encontramos a essência da plenitude.
Cuidemos de ti, ó preciosa dádiva, Preservemos tuas nascentes, tua beleza viva, Que em cada gota, saibamos reconhecer, A importância e o poder que em ti podemos ver.
Água, elo de conexão entre toda criação, Te celebramos com gratidão, Porque em teu abraço, encontramos renovação, Água, a essência da vida em sua perfeição.
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Ser Guerreira
"Ser guerreira é enfrentar cada batalha da vida com coragem e determinação, nunca desistindo de lutar pelos seus sonhos e valores."
24
Ser Guerreiro
Na jornada da vida, ergo minha espada, Guerreiro de alma, em luta constante, Com valentia, enfrento cada embate, Nas trincheiras da existência, não dou em nada.
O escudo da fé, a armadura da esperança, Em meu peito bate um coração de aço, Nas batalhas, enfrento o desamparo, Pois sou guerreiro, destemido e confiante.
Das batalhas, saio mais forte e sábio, Com cicatrizes que contam minhas histórias, Sou um guerreiro, na busca da glória, Na poeira da luta, trilho o meu caminho.
Com honra e coragem, enfrento o destino, Pelas trilhas da vida, sigo em frente, Em cada luta, sou resiliente, Pois ser guerreiro é meu fado divino.
Nas estrelas do céu, vejo meu guia, Em meu peito, a chama da determinação, Nas adversidades, encontro inspiração, Pois ser guerreiro é minha alegoria.
Com a espada do amor, abro os caminhos, Na busca da paz, na conquista dos sonhos, Em cada batalha, enfrento os medos tristonhos, Pois sou guerreiro, e meu destino é ser divino.
31
Tesouro Raro
Ouro, tesouro raro, brilhante e reluzente, Cobiçado desde tempos imemoriais, eternamente. Em tuas partículas douradas, um símbolo de poder, Uma chama ardente, que faz corações tremer.
Nas entranhas da Terra, és forjado em mistério, Nas profundezas escuras, teu valor é um critério. Minério precioso, alquimia da natureza, Transformado pelo tempo, em tua beleza.
Mineradores destemidos, adentram as minas, Em busca do ouro, suas esperanças nunca findam. Com picaretas e peneiras, extraem o brilho raro, Atravessam caminhos árduos, enfrentam o amparo.
O ouro, metal nobre, fascina a humanidade, Símbolo de riqueza, luxo e prosperidade. Adorna coroas, enfeita joias preciosas, Brilha nas mãos daqueles que são vitoriosas.
Mas além do valor material, és símbolo de luz, Uma chama interior, um brilho que conduz. Encontrar o ouro em si mesmo, a verdadeira jornada, Desvendar os tesouros internos, a alma despertada.
O ouro, em sua essência, é mais do que riqueza, É a busca pela plenitude, pela grandeza. Através do conhecimento e sabedoria acumulados, Transformamos nossa existência, somos realizados.
Que o ouro nos ensine a valorizar o verdadeiro, A compreender que a vida é um tesouro derradeiro. Que brilhemos com bondade, amor e gratidão, E encontremos riquezas além da simples ilusão.
Ouro, tesouro eterno, em teu fulgor luminoso, Encontramos a conexão com o divino, tão grandioso. Que teu brilho nos inspire, nos guie com clareza, Para vivermos vidas repletas de amor e grandeza.
41
Placas Tectônicas
No ventre da Terra, um segredo guardado, Placas tectônicas, em constante movimento alinhado. Em um balé cósmico, elas dançam silenciosas, Criando e destruindo paisagens grandiosas.
Lentamente deslizam, colidem e separam, Um enigma geológico que não separam. Fronteiras invisíveis, limites entrelaçados, Forjando montanhas, oceanos moldados.
Na dorsal mesoatlântica, um encontro de abraço, As Américas e África, um passado que traço. A separação de continentes, um divórcio ancestral, Mas a memória compartilhada, vínculo imortal.
Nas bordas convergentes, uma dança imponente, O choque das placas, um encontro valente. Cordilheiras se erguem, como muralhas gigantes, E vulcões rugem, exalando fumaças brilhantes.
No anel de fogo, um círculo inflamado, O Pacífico abraça o fogo, em união firmado. Vulcões e terremotos, uma constante sinfonia, O pulsar da Terra, sua eterna harmonia.
Nas bordas divergentes, a separação se faz, O nascimento de oceanos, um novo jaz. As placas se afastam, abrindo caminhos, Ciclos de renovação, como seres marinhos.
Placas tectônicas, peças de um quebra-cabeça, Moldando o planeta com destreza. Em suas sutis movimentações, Escrevem a história das formações.
E assim, contemplamos as placas tectônicas, Lembrando-nos de sua importância icônica. Um lembrete de que o mundo está em constante evolução, E que a natureza é regida por sua própria resolução.
36
Rochas Sedimentar
Oh, rocha sedimentar, testemunha silenciosa, Registrando a história, a saga grandiosa. Camadas sobre camadas, pacientemente depositadas, Guardiãs das memórias, valiosas e resguardadas.
Na margem dos rios, nas profundezas dos mares, Tuas partículas, suaves e singulares, Acumulam-se lentamente, ao longo dos anos, Formando estratos, como delicados planos.
Areia, argila e calcário, entre tantos elementos, Cada grão uma história, um relato dos tempos. Das dunas desérticas às praias banhadas de sol, Teu encanto se revela, em cada detalhe, em cada lençol.
Fósseis fossilizados, criaturas petrificadas, Testemunhas do passado, vida transformada. Conchas e concreções, esculpidas pelo tempo, Contando segredos, em cada contorno, em cada ornamento.
Cavernas esculpidas, por águas incansáveis, Tua beleza majestosa, tão inabalável. Os estromatólitos, marcas antigas de vida, Refletindo o surgimento, a jornada querida.
Oh, rocha sedimentar, és história e paciência, Amparada pelas eras, em tua essência. Nos teus estratos, lemos o passado, E maravilhamo-nos com o que tens guardado.
E assim, admiramos as rochas sedimentares, Como livros abertos, cheios de memórias singulares. Uma celebração da Terra, de sua evolução constante, E do elo eterno entre o passado e o presente.
41
Geologia Estrutural
Nos meandros da Terra, em sua essência profunda, A Geologia Estrutural, uma ciência fecunda. Observa as deformações, as dobras e falhas, Revelando histórias, em camadas tamanhas.
Como uma dança cósmica, as rochas se movem, Revelando a história do tempo que chove. Através da Geologia Estrutural, desvendamos o passado, Dos continentes antigos, um mapa desenhado.
As dobras se curvam, como ondas no mar, Marcando as tensões que a Terra soube enfrentar. A compressão, a tração, as forças em conflito, Moldando a paisagem em um jogo infinito.
As falhas deslizam, separando terras e mares, Criando montanhas e vales, em formas singulares. Os abalos sísmicos, as placas que se chocam, Revelam a dinâmica da Terra, um espetáculo que nos tocam.
E na Geologia Estrutural, buscamos compreender, A geometria das rochas, os enigmas a resolver. Desvendamos o mistério dos dobramentos complexos, Em cada feição, desenhada por processos.
Analisamos a orientação das fraturas e dos planos, Reconstruindo eventos passados, como arqueólogos insanos. Com compasso e estereoscópio, desvendamos segredos, Como espiões da Terra, desafiando os medos.
Oh, Geologia Estrutural, testemunha dos eventos, Revelas as histórias do planeta, em movimentos violentos. Com teus estudos, desvendamos a geodinâmica, E compreendemos as forças que moldam nossa épica.
Celebremos a Geologia Estrutural, com gratidão, Por revelar as maravilhas ocultas em cada região. Uma ciência fascinante, que nos aproxima do passado, E nos conecta ao presente, onde estamos ancorados.
Que a Geologia Estrutural continue a nos encantar, Com suas descobertas e mistérios a desvendar. E que possamos, com humildade e reverência, Cuidar e preservar nossa amada Terra, em toda sua exuberância.
42
Pequena Geóloga
Era uma vez uma menina curiosa, Com olhos brilhantes e mente fervorosa. Seu coração pulsava pela Terra e suas rochas, Uma paixão incandescente, uma verdade que a toca.
Com seu martelo pequenino e seu pincel delicado, Explorava o mundo com espírito destemido. Investigava as formações, desvendava os segredos, Como uma geóloga mirim, abraçava os enredos.
Nas trilhas e montanhas, ela se aventurava, Descobrindo camadas, história que se revelava. Identificava minerais, reconhecia suas cores, A menina geóloga, decifrando os tesouros.
Com lupa e lupas, observava as estruturas, Analisava as rochas com precisão e ternura. Estudava as paisagens, os rios e as cavernas, A menina geóloga, explorando as terras eternas.
Seus cadernos repletos de desenhos e anotações, Registravam suas descobertas com dedicação. Coleções de pedras e fósseis, tesouros guardados, Memórias de uma paixão, um legado preservado.
E à medida que crescia, sua paixão se aprofundava, A menina geóloga, agora uma alma engajada. Estudava com afinco, abraçava a ciência, Com sonhos e aspirações, buscava excelência.
Oh, menina geóloga, guardiã do conhecimento, Com tua curiosidade, és um ser iluminado e atento. Tuas descobertas inspiram, tua paixão contagia, Um exemplo de determinação e alegria.
Que continues a explorar e desvendar, As maravilhas da Terra, em cada lugar. Que tua jornada seja repleta de encantos, E que sejas uma voz para proteger nossos tantos cantos.
A menina geóloga, uma luz em nossa trajetória, Que sua paixão seja eterna, uma eterna glória. E que o mundo reconheça teu valor e grandeza, Como uma geóloga corajosa, uma alma de nobreza.
40
Terremotos
Nas profundezas da Terra, uma força desperta,
Um rugido subterrâneo que abala a certeza.
Os terremotos, dançarinos da instabilidade,
Sacodem o solo, desafiando a estabilidade.
A crosta terrestre treme em convulsões,
Como um coração agitado em suas pulsações.
Placas colidem, liberando energia acumulada,
Um espetáculo violento, na dança desenfreada.
A Terra se contorce em ondas de choque,
Edifícios balançam, enquanto a natureza invoca.
As ruas se partem, como rachaduras profundas,
Ecos do subterrâneo, ecoando em todas as veredas.
Os terremotos trazem medo e destruição,
Mas também mostram a força da transformação.
Novas paisagens se formam, montanhas emergem,
Ciclos da Terra, que o tempo não deterge.
No caos sísmico, a humanidade se une,
Com solidariedade e coragem que não se esquivam.
Reconstruindo laços, erguendo-se do abalo,
Enfrentando os desafios, juntos, passo a passo.
Terremotos nos lembram da fragilidade humana,
E da grandiosidade da mãe Terra soberana.
Uma dança cósmica entre forças em conflito,
Nosso respeito e compreensão é um imperativo.
Que possamos aprender com os terremotos,
A valorizar a vida e seus preciosos momentos.
E, com humildade, reconhecer nossa posição,
Em um planeta vivo, em constante transformação.
42
O solo sagrado
Solo, matriz fértil onde a vida brota, O sustento da natureza, uma dádiva envolta. Camada nutrida, berço da diversidade, A base onde se ergue toda a comunidade.
Dos grãos de areia às partículas de argila, O solo abraça sementes com amor e empatia. És solo negro e rico, repleto de matéria orgânica, O lar das raízes, a fonte da vida mágica.
Na complexidade de seus componentes, Encontramos minerais, nutrientes tão valentes. O solo, como um laboratório infinito, Transforma a energia em alimento tão bonito.
Das terras férteis aos desertos estéreis, O solo molda paisagens, revela seus revezes. Ciclos de vida, renovação constante, No solo encontramos o equilíbrio elegante.
Solo, abraçado pelas raízes das árvores, Alimenta florestas, alimenta as criaturas. Nas plantações, alimenta a humanidade, Um elo vital na cadeia da sustentabilidade.
Oh, solo sagrado, patrimônio da Terra, Com tuas cores e texturas, uma riqueza sem guerra. Cuida de ti, protege teu equilíbrio divino, E verás o florescer de um mundo mais genuíno.
Agradeçamos ao solo, com gratidão sincera, Por sustentar a vida, por sua oferta tão plena. Lembremos que somos parte desse todo, E que cuidar do solo é cuidar de nosso próprio solo.