Amanda Sebaio

Amanda Sebaio

n. 0000-00-00

Perfil
831 Visualizações

Água

Água, essência da vida em seu fluir, Pura e cristalina, a nos nutrir, Doce e refrescante, sagrado bem, Em cada gota, um oceano de além.

Nos rios e lagos, tua morada, Ecoando canções, uma sinfonia encantada, Danças com as pedras, abraças as margens, Em tua serenidade, encontramos alívio nas passagens.

Nas quedas d'água, tua força se revela, Um espetáculo de poder que embriaga, A energia vital que nos impulsiona, Renovando a vida a cada queda que desfruta.

Nos mares imensos, vastidão sem fim, Ondas quebrando, salpicando enfim, Teu abraço salgado, teu mistério profundo, Esconde tesouros, um mundo submerso no fundo.

No céu, te transformas em nuvens brancas, Viajando ao vento, em danças francas, Em chuvas, te derramas sobre a terra, Alimentando a vida, uma dádiva que se encerra.

Nos lagos tranquilos, espelhos de serenidade, Refletindo céus azuis, em pura claridade, Tu és um espelho de calma e quietude, Um convite à paz, à plenitude.

Água, em tuas múltiplas formas e faces, És essencial, vital em todos os lugares, Doce sustento, fonte de vida e saúde, Em ti, encontramos a essência da plenitude.

Cuidemos de ti, ó preciosa dádiva, Preservemos tuas nascentes, tua beleza viva, Que em cada gota, saibamos reconhecer, A importância e o poder que em ti podemos ver.

Água, elo de conexão entre toda criação, Te celebramos com gratidão, Porque em teu abraço, encontramos renovação, Água, a essência da vida em sua perfeição.
Ler poema completo
Biografia
Sou paranaense, nascida na cidade de Cambé no Paraná em 19/08, não vim ao mundo sozinha vim com a minha irmã gêma Aline Josiane Sebaio mas sou caçula por 5 minutos.

Sou graduanda de Geologia pela Universidade Federal de Uberlândia na cidade de Monte Carmelo.

Sou graduanda de Administração pelo Instituto Federal do Triângulo Mineiro na cidade de Patos de Minas, já no 5º período, onde sou apaixonada pelo meu curso.

Amo ler e escrever e uma das minhas prioridades é o amor...

Poemas

23

Geofísico, o que seria de nós sem vocês

Geofísico, explorador dos segredos da Terra,
Com instrumentos precisos, busca respostas à guerra.
Nas camadas do solo, mergulha com devoção,
Desvendando mistérios em cada medição.

Sonda o subsolo, em busca de vestígios ocultos,
Estuda as rochas e suas propriedades tumultuosas.
Mede o magnetismo, as ondas sísmicas ressoam,
Desvendando estruturas, como páginas que se entoam.

Com gravímetros e magnetômetros, busca a verdade,
Mapeando campos magnéticos, como um artista em liberdade.
As ondas sísmicas, registradas pelos sismógrafos,
Revelam a geologia, em movimentos gráficos.

Geofísico, decifra os mistérios do subsolo,
Revela estruturas, em um trabalho solo.
Das bacias sedimentares aos vulcões adormecidos,
Teu conhecimento é valioso, por demais pretendido.

Com interpretações precisas, reconstrói a história,
Da Terra em constante evolução, uma narrativa notória.
Ajuda a prever desastres, a compreender terremotos,
Traçando estratégias, salvando vidas em tantos rostos.

Oh, geofísico destemido, curioso explorador,
Teus estudos são um elo com o passado e o porvir.
Um guardião do conhecimento, da Terra e suas entranhas,
Desbravando mistérios, em cada descoberta que ganhas.

Celebramos o geofísico, na sua busca incessante,
Por desvendar os segredos da Terra, num esforço constante.
Um cientista visionário, trilhando caminhos audazes,
Para que possamos entender e proteger nosso planeta em suas fases.
35

Oh Garimpeiro apaixonado

No coração da terra, o garimpeiro adentra,
Um aventureiro destemido, em busca de quimera.
Com picaretas e pás, enfrenta o desafio,
Escavando o solo em busca do seu brilho.

Nas minas profundas, sob o sol escaldante,
O garimpeiro persiste, incansavelmente.
Com suor em sua testa, e mãos calejadas,
Desvenda a terra, em suas camadas.

Nas margens do rio, o garimpeiro se debruça,
Lavando a areia em busca de fortuna oculta.
Peneirando os sedimentos, pacientemente,
Na esperança de encontrar o tesouro reluzente.

Seus olhos brilham ao encontrar uma pepita,
Uma pequena riqueza, que a vida aflita.
O garimpeiro, com sorriso no rosto,
Sente a emoção de um sonho em seu encosto.

Mas a vida do garimpeiro é desafiadora,
Enfrentando riscos e a sorte imprevisível.
Por entre escombros e incertezas caminha,
Na busca incessante, sem hesitação ou preguiça.

No coração do garimpeiro, há uma paixão,
Uma chama que o guia, com devoção.
A esperança e a determinação não se apagam,
Mesmo quando o cansaço e as dificuldades se alastram.

Oh, garimpeiro valente, de alma aventureira,
Sua busca incansável é uma verdadeira epopeia.
Na luta pela riqueza, ouro ou pedra preciosa,
Tuas mãos trabalhadoras fazem a vida mais grandiosa.

E assim, saudamos o garimpeiro,
Com seu espírito corajoso e verdadeiro.
Um herói anônimo, um sonhador incansável,
Na busca pelo tesouro, seu esforço inabalável.
40

O solo sagrado

Solo, matriz fértil onde a vida brota,
O sustento da natureza, uma dádiva envolta.
Camada nutrida, berço da diversidade,
A base onde se ergue toda a comunidade.

Dos grãos de areia às partículas de argila,
O solo abraça sementes com amor e empatia.
És solo negro e rico, repleto de matéria orgânica,
O lar das raízes, a fonte da vida mágica.

Na complexidade de seus componentes,
Encontramos minerais, nutrientes tão valentes.
O solo, como um laboratório infinito,
Transforma a energia em alimento tão bonito.

Das terras férteis aos desertos estéreis,
O solo molda paisagens, revela seus revezes.
Ciclos de vida, renovação constante,
No solo encontramos o equilíbrio elegante.

Solo, abraçado pelas raízes das árvores,
Alimenta florestas, alimenta as criaturas.
Nas plantações, alimenta a humanidade,
Um elo vital na cadeia da sustentabilidade.

Oh, solo sagrado, patrimônio da Terra,
Com tuas cores e texturas, uma riqueza sem guerra.
Cuida de ti, protege teu equilíbrio divino,
E verás o florescer de um mundo mais genuíno.

Agradeçamos ao solo, com gratidão sincera,
Por sustentar a vida, por sua oferta tão plena.
Lembremos que somos parte desse todo,
E que cuidar do solo é cuidar de nosso próprio solo.
31

Possibilidades Infinitas

No vasto universo, um espetáculo a brilhar,
Galáxias distantes, um convite a sonhar.
Milhões de estrelas, em dança celestial,
Formando constelações, num manto sideral.

Spirais majestosas, como rodopios no espaço,
Os braços das galáxias, um abraço que abraço.
Bilhões de sóis, em sua constante órbita,
Criando um cenário cósmico, de beleza infinita.

No coração das galáxias, buracos negros se escondem,
Vórtices de poder, onde a luz se esconde.
Atrações magnéticas, um mistério a decifrar,
Espaços-tempo distorcidos, onde a gravidade faz vagar.

Galáxias elípticas, como estrelas bailando,
Congregando-se em grupos, como estampas flutuando.
Enxames de estrelas, um festival de luz,
Desenhando no cosmos, um espetáculo seduz.

Nebulosas coloridas, berçários estelares,
Onde novas estrelas nascem, em brilhos singulares.
Gases e poeiras, em movimento gracioso,
Esculpindo obras cósmicas, num processo primoroso.

Em cada galáxia, um universo único,
Com sistemas planetários, em seu tecido cósmico.
Possibilidades infinitas, vida que pode existir,
Em mundos distantes, a se descobrir.

Oh, galáxias fascinantes, segredos a desvendar,
Inspiram nossa imaginação a voar.
Em seus braços estelares, encontramos o infinito,
E contemplamos a grandiosidade do nosso próprio espírito.

Que possamos sempre olhar para o céu,
E nos maravilhar com a imensidão que é o véu.
Galáxias, moradas de estrelas e mistérios,
Nos ensinam sobre o universo e seus critérios.

Assim, celebremos as galáxias com gratidão,
Pois nelas encontramos nossa conexão.
Uma recordação humilde de nossa existência,
Nesse vasto cosmos, cheio de magnificência.
26

Meu pai Geólogo Nato

No rosto marcado pelas linhas do tempo,

O velho geólogo carrega consigo o conhecimento.

Com olhos brilhantes, cheios de histórias vividas,

Ele é guardião dos segredos da Terra, um sábio nas feridas.

 

Com passos lentos, mas firmes, ele caminha,

Explorando terrenos, revelando a própria sina.

Em cada rocha, vê marcas de eras passadas,

Lendo as entrelinhas, as memórias entrelaçadas.

 

Suas mãos ásperas já tocaram muitas pedras,

Examinaram suas texturas, descobriram suas cedras.

E em cada camada, encontrou pistas valiosas,

Sobre a história da Terra, tão grandiosa e honrosa.

 

Ele conhece as dobras e falhas como ninguém,

Mapeia os terremotos, desvendando o além.

Com olhar experiente, interpreta as paisagens,

Revelando cicatrizes, antigas passagens.

 

O velho geólogo, um contador de histórias,

Nas fogueiras das noites, compartilha suas glórias.

Com sua voz sábia, encanta os corações,

Transmitindo sabedoria, lições de gerações.

 

Ele traz consigo a calma dos tempos antigos,

Um equilíbrio entre a ciência e os abrigos.

Com paciência e perseverança, continua a buscar,

As respostas que a Terra está disposta a entregar.

 

Oh, velho geólogo, guardião do conhecimento,

Teu legado é precioso, um tesouro em cada momento.

Tuas histórias nos inspiram, nos conectam ao passado,

Nos lembram de honrar a Terra, nosso lar sagrado.

 

Que o tempo continue a sorrir em tuas memórias,

Enquanto segues compartilhando tuas histórias.

E que os jovens aprendam com tua sabedoria,

Preservando o legado da geologia em toda sua glória.
32

O que seria de mim sem o martelo

Martelo geológico, ferramenta de exploração,
Na mão do geólogo, é símbolo de dedicação.
Com cabo resistente e cabeça de aço,
Desvenda os segredos ocultos do espaço.

Com golpes precisos, desvenda a estrutura,
Rochas antigas contam sua história segura.
Desbrava formações, revela camadas,
Desvendando mistérios em suas empreitadas.

Em montanhas majestosas, em desfiladeiros profundos,
O martelo geológico faz ecoar seus percursos.
Despedaça rochas, expondo suas entranhas,
Revelando segredos em suas linhas e ranhuras estranhas.

Com cada batida, desenterra o passado,
Fósseis fossilizados, tesouros preservados.
Fragmentos de uma história antiga e viva,
Que o martelo geológico nos convida a decifrar e apreciar.

Explorando crateras, estudando meteoritos,
O martelo geológico abre portas para infinitos.
Análise minuciosa, descobertas valiosas,
Na busca incessante de informações preciosas.

Oh, martelo geológico, instrumento sagrado,
Que desvenda os segredos, o passado guardado.
Com cada batida, expande nosso conhecimento,
Conecta-nos com a Terra em um só momento.

E assim, celebramos o martelo geológico,
Em sua importância no estudo geológico.
Uma ferramenta de paixão e dedicação,
Que nos permite desvendar a Terra em sua perfeição.
30

Rochas Igneas

Oh, rochas ígneas, nascidas do fogo ardente,
Esculpidas nas entranhas da Terra, tão imponentes.
Vulcões efervescentes, onde a magia acontece,
Transformando a matéria em beleza que enaltece.

Do magma incandescente, tuas histórias são contadas,
Solidificadas em formas, em texturas variadas.
Basaltos sólidos, como sentinelas nas encostas,
Granitos majestosos, resistindo às intempéries mais hostis.

A lava fluente, escorrendo como rios de fogo,
Congelada no tempo, em testemunho tão logo.
Texturas cristalinas, como janelas para a alma,
Revelando segredos de um passado que se acalma.

Pegmatitos reluzentes, com seus minerais raros,
Ametistas delicadas, desafiando os olhares mais avaros.
Obsidianas cortantes, belas e perigosas,
No ventre das rochas ígneas, sua essência preciosa.

Rochas vulcânicas, um legado de força e paixão,
Marcas da ira da Terra, em efusão de explosão.
Seus poros permeáveis, lar de tesouros ocultos,
Aventuras geológicas, em busca de segredos tumultos.

Oh, rochas ígneas, testemunhas de eras passadas,
Registros das transformações, em camadas depositadas.
De vulcões adormecidos, nasces como arte suprema,
Guardiãs da Terra, eternas em seu poema.

Assim, reverenciamos as rochas ígneas,
Em sua formação majestosa, sábias e régias.
Um lembrete da força e da beleza da natureza,
E da nossa conexão com a Terra, em pura sutileza.
31

Ágatha

Ágatha, bela e radiante,

Uma estrela no céu brilhante.

Seu sorriso encanta, seu olhar seduz,

Sua presença enche de luz.

 

Uma alma pura, um coração bondoso,

A beleza de sua alma é um tesouro valioso.

Com delicadeza, ela caminha pela vida,

Espalhando amor e alegria, sempre bem-vinda.

 

Seu nome, do grego, significa "boa",

E sua essência é um exemplo à toa.

Com sua sabedoria e inteligência,

Ela inspira e encanta a todos na sua presença.

 

Ágatha, mulher forte e destemida,

Sempre disposta a ajudar na medida.

Seu amor transborda em cada gesto,

Ela é um ser especial, um manifesto.

 

Que sua jornada seja repleta de flores,

Que a felicidade a acompanhe por onde fores.

Ágatha, és um verso perfeito na poesia da vida,

Uma inspiração que jamais será esquecida.
42

Erupção Vulcânica

No ventre da terra, um poder adormecido,

A força ancestral, um vulcão escondido.

Na calmaria das montanhas, ele repousa,

Até que chegue o momento, a hora derradeira.

 

Um despertar abrupto, um rugido profundo,

A erupção vulcânica, um espetáculo fecundo.

A terra treme, a fúria se liberta,

A natureza exibe sua beleza incerta.

 

Das entranhas da terra, o magma escorre,

Emaranhado de fogo, a dança que ocorre.

As lavas incandescentes pintam o horizonte,

Uma sinfonia de fogo, intensa e pronte.

 

A fumaça se eleva, formando um véu,

Cobrindo o céu como um manto de breu.

As cinzas se espalham, como asas negras,

Escondendo a luz, trazendo trevas.

 

Mas em meio à destruição, há vida a emergir,

Pois após a erupção, a esperança a florir.

A terra renova-se, fertilidade em seu rastro,

E o ciclo da vida persiste, forte e vasto.

 

A erupção vulcânica, um espetáculo de força,

Lembrança de que a natureza tem sua voz.

Uma explosão de energia, poder imenso,

Recordando-nos da grandiosidade do universo intenso.

 

Assim, contemplamos a erupção vulcânica,

Uma demonstração de poder semântica.

Que nos faz lembrar nossa fragilidade,

E a imensidão da natureza em sua realidade.
45

Rocha Metamórficas

No profundo seio da Terra escura,

Nas entranhas onde o fogo murmura,

A rocha metamórfica nasce e se forma,

Uma beleza transformada pela norma.

 

Sob pressão imensa e calor intenso,

As rochas se transformam, é um consenso,

Minerais se rearranjam, se reconstroem,

E uma nova rocha surge, sublime, sólida e bela.

 

Da argila macia ao ardor do xisto,

Da calcita serena ao mármore distinto,

A metamorfose traz uma nova roupagem,

Uma textura única, uma nova paisagem.

 

O gneisse reluz com seu padrão foliado,

O anfibolito exibe seu verde encantado,

A ardósia, fina e lisa como uma tela,

Contando histórias milenares, estrelas que revela.

 

Oh, rocha metamórfica, símbolo de mudança,

Testemunha silenciosa de uma dança,

Atravessando tempos geológicos com graça,

Contando a história da Terra em cada traça.

 

Em suas veias, segredos escondidos,

Fragmentos de tempos esquecidos,

Você guarda em sua estrutura complexa,

Os registros de uma Terra que já não se vexa.

 

Assim, ó rocha metamórfica, eu te celebro,

Em tuas formas, encontro um elo,

Com a grande história do nosso planeta,

Tu és uma obra-prima, uma jóia completa.

 

Que teu brilho e força inspirem a mente,

A desvendar os mistérios, ir além do presente,

Que em tuas camadas, encontremos sabedoria,

E sigamos explorando a geologia com ousadia.
103

Comentários (0)

Partilhar
Iniciar sessão para publicar um comentário.

Ainda não há comentários. Sê o primeiro a comentar.