Liberdade
Quando saio de casa, em busca de horizontes,
Sinto o asfalto conspirar, voraz, em devorar-me.
O céu, indomável, desaba sobre minha mente,
E as pessoas, cruéis, miram armas, prontas para atirar.
Minha visão obscurece, tênue luz em desvanecer,
Enquanto meu corpo padece, em dores a estremecer.
Respiro areia, grãos de angústia,
Como dói, como fere, sem trégua.
Anseio desbravar o vasto mundo que se estende,
Mas minha mente me assusta, sufoca, entorpece.
As sombras nas esquinas sussurram medo e tormento,
E a esperança, minguante, parece perder seu alento.
Porém, ergo o olhar, faço-me valente, audaz,
Pois em meio ao temor, em mim brota a resiliência capaz.
Ainda que o asfalto queira me tragar sem piedade,
Há uma força interior que almeja a liberdade.
Desbravarei meu caminho, enfrentando o que vier,
Transcendendo fronteiras, sem permitir-me enfraquecer.
E assim, romperei as amarras que me acorrentam,
Alçarei voo, desafiando o que os olhos não enxergam.
Pois dentro de mim reside um mundo a explorar,
E mesmo assustada, o temor não irá me dominar.
Sinto o asfalto conspirar, voraz, em devorar-me.
O céu, indomável, desaba sobre minha mente,
E as pessoas, cruéis, miram armas, prontas para atirar.
Minha visão obscurece, tênue luz em desvanecer,
Enquanto meu corpo padece, em dores a estremecer.
Respiro areia, grãos de angústia,
Como dói, como fere, sem trégua.
Anseio desbravar o vasto mundo que se estende,
Mas minha mente me assusta, sufoca, entorpece.
As sombras nas esquinas sussurram medo e tormento,
E a esperança, minguante, parece perder seu alento.
Porém, ergo o olhar, faço-me valente, audaz,
Pois em meio ao temor, em mim brota a resiliência capaz.
Ainda que o asfalto queira me tragar sem piedade,
Há uma força interior que almeja a liberdade.
Desbravarei meu caminho, enfrentando o que vier,
Transcendendo fronteiras, sem permitir-me enfraquecer.
E assim, romperei as amarras que me acorrentam,
Alçarei voo, desafiando o que os olhos não enxergam.
Pois dentro de mim reside um mundo a explorar,
E mesmo assustada, o temor não irá me dominar.
Comentários (0)
Iniciar sessão
para publicar um comentário.
Ainda não há comentários. Sê o primeiro a comentar.
Outros poemas de participantes
Reminiscência CXXIX
brincando no tempo na chuva, no riso o menino via assim intimidade com o infinito molhando a vida diligente descobria apesar de triste a …
AurelioAquino
Love him
Love him
People
The same way
I love
My father
He is the one that
Had created you all
In his image
And in god’s ey…
Aldo gabbay kraas
quando a poesia termina
há uma chantagem despercebida quando a poesia termina fica a linguagem do dia a dia essa que sem roupas ou camuflagens fura como cristais…
Kátia Surreal
fugindo da tese
estou poeticamente fugindo da tese mais trágico que isso só o compromisso rompido com a terapia ando fugindo demais de tudo o que é real…
Kátia Surreal