Os expressos repousam
Envoltos em aroma e chamas
À espera das bocas
As espumas esfumaçam
E os sentidos despertam
Íntimos encantamentos
Aquele líquido inquieto
Reflete aveludado
Revolve-se nas xícaras e se completa
Os dedos colam nas asas das louças
E as lançam aos lábios
Entre risos e falas
Do amargo nasce o doce nas línguas
Como se equilibrasse a flor
Uma por uma das suas pétalas
Cada um em sua xícara:
Nos suaves gestos da moça
Sorvem raros os versos do poeta
Envoltos em aroma e chamas
À espera das bocas
As espumas esfumaçam
E os sentidos despertam
Íntimos encantamentos
Aquele líquido inquieto
Reflete aveludado
Revolve-se nas xícaras e se completa
Os dedos colam nas asas das louças
E as lançam aos lábios
Entre risos e falas
Do amargo nasce o doce nas línguas
Como se equilibrasse a flor
Uma por uma das suas pétalas
Cada um em sua xícara:
Nos suaves gestos da moça
Sorvem raros os versos do poeta
Comentários (0)
Iniciar sessão
para publicar um comentário.
Ainda não há comentários. Sê o primeiro a comentar.
Outros poemas de participantes
cores
tarde em cores frias boca triste avermelhada pingo azul mão molhada sala com luz amarela
manhã quente céu laranja …
feudido
delírio encapsulado
presa estou pela manhã a recolher as lágrimas livre sou à noite ao te recolher em minha cápsula quando me transbordar, a tez partida será…
Kátia Surreal
Dissonantes, se confundem - 09/09/2026
Será que a alegria é irmã da tristeza
Dissonantes, separadas se confundem,
A alegria é a exultação do bem estar
…
Armando A. C. Garcia
Muros de pedra ! - 24/07/2026
Eu tinha o mundo perdido
Na palma de minha mão,
Livre e solto, sacudido
Sem dinheiro, sem tostão.
…
Armando A. C. Garcia