em águas refletoras, de uma lua cantante...
Na noite de amanhã,
antes da luz da lua tocar no seu divã,
no longe campo,dissestes.
Reúna-se para comigo estar, meu amor.
escondida ficarás,
ao lado de cidreiras, para ninguem a realçar.
Amanhã a morte deitará em cima de mim, com um vestido branco. Me escrevestes,
me casarei com a infelicidade, por títulos e poder.
quando a felicidade é com você,
o nosso amor é proibido
antes que a magia acabe,
esta noite…
levarei o meu violino,
na nossa última noite,
em um barco, pousarei as suas mãos em canto poético em meu colo.
flutuando sobre as águas cristalinas,
tocarei a última música que ecoará nos nossos ouvidos,
até o leito de nossa morte,
uma despedida, em águas refletoras de uma lua cantante.
o meu amor não me serve de nada.
Se por voce não me posso afogar,
me afogo em si pelo olhar,
em publico ñ lhe posso amar,
deixarei o meu coração aqui,
no canto do barco, ao lado da cidreira e dentro de si.
-_umapoetisadesconhecida_
antes da luz da lua tocar no seu divã,
no longe campo,dissestes.
Reúna-se para comigo estar, meu amor.
escondida ficarás,
ao lado de cidreiras, para ninguem a realçar.
Amanhã a morte deitará em cima de mim, com um vestido branco. Me escrevestes,
me casarei com a infelicidade, por títulos e poder.
quando a felicidade é com você,
o nosso amor é proibido
antes que a magia acabe,
esta noite…
levarei o meu violino,
na nossa última noite,
em um barco, pousarei as suas mãos em canto poético em meu colo.
flutuando sobre as águas cristalinas,
tocarei a última música que ecoará nos nossos ouvidos,
até o leito de nossa morte,
uma despedida, em águas refletoras de uma lua cantante.
o meu amor não me serve de nada.
Se por voce não me posso afogar,
me afogo em si pelo olhar,
em publico ñ lhe posso amar,
deixarei o meu coração aqui,
no canto do barco, ao lado da cidreira e dentro de si.
-_umapoetisadesconhecida_
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