🔴 ‘Você vai acreditar em mim ou nos seus próprios olhos?”
A imprensa culpou o povo) pela polarização política (!?). No entanto, a imprensa, que não deveria fingir que não tem um lado, virou torcida.
Com contorcionismo semântico e “duplos twists carpados” argumentativos, os informativos abusam de oxímoros caindo em contradição, talvez propositalmente, “desinformando e andando”. É aí que surgem: “despiora; é alto, mas está baixo; acertou, apesar de ter errado; o cenário econômico não é desastroso. Mas também não é muito bom; a Selic pode subir, cair ou ficar parada”; e “pode fechar 2023 em recessão, mas isso pode não ser o fim do mundo”. Essas pérolas poderiam ser encontradas num jornal de bairro, no entanto enfeitam as primeiras páginas de jornais consagrados.
Estão escrevendo sério de um modo que parece brincadeira: tá ruim, mas tá bom; e começa assim, mas depois piora. Esse “é, mas não é” ocorre pela urgência de dizer que as coisas não são como parecem; ou seja: o bom tem que parecer ruim ou o ruim tem que parecer bom. Para se vacinar contra essa narrativa, é necessário seguir os ensinamentos de Groucho Marx: “Você vai acreditar em mim ou nos seus próprios olhos?”
Não é apenas torcida política (resultado da doutrinação escolar), é também resultado da péssima formação intelectual. Influenciando o receptor da notícia, os fatores que contaminam a informação também deformam a recepção e a interpretação da informação. O “tiro no pé” ocorre porque a imprensa (“progressista”) espanta quem era seu principal consumidor: segundo pesquisas, a maioria dos brasileiros é conservadora.
Mas a ideologia vem de mãos dadas com o dinheiro. Canais de televisão, jornais, revistas etc são, antes de tudo, empresas. Com fins lucrativos. Sendo assim, como um cachorro, que não morde a mão de quem o alimenta, esses informativos “lambem” quem despeja anúncios e grana e “mordem” quem fecha a torneira financeira.
Ao contrário da Justiça, a imprensa não é cega. Na verdade, por conveniência, dependendo dos interesses, a cegueira a acomete. Se dinheiro é poder, o poder decide o tipo de manchete.
Texto com imagens no blog:
Gazeta Explosiva
Com contorcionismo semântico e “duplos twists carpados” argumentativos, os informativos abusam de oxímoros caindo em contradição, talvez propositalmente, “desinformando e andando”. É aí que surgem: “despiora; é alto, mas está baixo; acertou, apesar de ter errado; o cenário econômico não é desastroso. Mas também não é muito bom; a Selic pode subir, cair ou ficar parada”; e “pode fechar 2023 em recessão, mas isso pode não ser o fim do mundo”. Essas pérolas poderiam ser encontradas num jornal de bairro, no entanto enfeitam as primeiras páginas de jornais consagrados.
Estão escrevendo sério de um modo que parece brincadeira: tá ruim, mas tá bom; e começa assim, mas depois piora. Esse “é, mas não é” ocorre pela urgência de dizer que as coisas não são como parecem; ou seja: o bom tem que parecer ruim ou o ruim tem que parecer bom. Para se vacinar contra essa narrativa, é necessário seguir os ensinamentos de Groucho Marx: “Você vai acreditar em mim ou nos seus próprios olhos?”
Não é apenas torcida política (resultado da doutrinação escolar), é também resultado da péssima formação intelectual. Influenciando o receptor da notícia, os fatores que contaminam a informação também deformam a recepção e a interpretação da informação. O “tiro no pé” ocorre porque a imprensa (“progressista”) espanta quem era seu principal consumidor: segundo pesquisas, a maioria dos brasileiros é conservadora.
Mas a ideologia vem de mãos dadas com o dinheiro. Canais de televisão, jornais, revistas etc são, antes de tudo, empresas. Com fins lucrativos. Sendo assim, como um cachorro, que não morde a mão de quem o alimenta, esses informativos “lambem” quem despeja anúncios e grana e “mordem” quem fecha a torneira financeira.
Ao contrário da Justiça, a imprensa não é cega. Na verdade, por conveniência, dependendo dos interesses, a cegueira a acomete. Se dinheiro é poder, o poder decide o tipo de manchete.
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