Inviolável
As mãos que percorrem a sua pele
Como quem explora espaços
Incógnitos
Ouvem suas confissões furtivas
E as recolhem em memória
De fulgor.
Amar é acariciar os segredos
Do corpo,
É transbordar luz entre fendas,
É ler o divino e adorar
O cárneo
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