STEFANY E O PROFESSOR DE BIOLOGIA Pt.1(conto erótico)
Cena 1 Capitulo 1
Stefany é uma mulher de 25 anos, linda e inteligente.
Em seu 1,65 cm distribui charme por cada centímetro do seu corpo esbelto e cheio de curvas tal como uma via derrapante.
Olhos verdes e cabelos negros como a noite, seus lábios carnudos denotam a Infrutescência de um caqui maduro, saboroso e suculento.
Estudante de medicina, sonha encontrar um amor que a faça viver um conto de fadas real, já que não teve grandes paixões...
Perdeu sua virgindade aos 15 anos, inexperiente e ingênua na época, guarda boas lembranças do seu namorado da adolescência.
Hoje porém, um pouco mais vivida, acredita que encontrará nos braços de um homem,
uma motivação que a faça querer gritar ao mundo que está apaixonada.
Em secreto, ela cultiva uma forte atração pelo seu professor biologia, um "gatoroa" (como ela o chama) charmoso e etraente de 40 anos, porém ele é casado.
Mas isso não impede Stefany de fantasiar com o corpo atlêtico e sarado, desse homem que lhe roupa suspiros e suas noites de sonos....
Stefany estava deitada preguiçosamente na cama envolta pelos lençóis, ainda arrepiada pelo último orgasmo.
Mesmo sozinha ela podia sentir o cheiro dele e o peso do seu corpo.
Imagina seu membro relaxado em suas mãos.
Tudo vinha a sua mente, o corpo atlético do professor de biologia, a sua voz autoritária e forte, os pelos dos braços, tudo nele a excitava.
Imaginava a maneira carinhosa que ele a possuiria.
Primeiro ele tocaria seus grandes lábios úmidos e ao simples toque um fogo subiria por suas coxas e costas.
Depois ele beijaria a sua boca e sua língua degustaria a fruta vermelha dos seus lábios.
Ela poderia sentir a ereção dele encostar-se às suas nádegas e sentiria um pouco de medo misturado ao prazer.
Conheceria o abraço forte do macho, e ao penetrá-la, imaginaria a força que ele faria.
Sua cabeça girava com esses pensamentos, e foram eles que a levaram a se masturbar tão sedenta de desejo.
Ela pensou por um momento, e chegou à conclusão que o amaria, mesmo que ele não fosse tão delicado com ela.
(...continua...)
CléiaFialho
&
Carlos Alberto Bahiense
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