Saudades
Não sei o que fazer com as saudades que guardo.
Se as calo, trespassam-me a alma e vidram-me os olhos.
Se as largo, revoltam-se e impõem-se como muros que não avanço.
É inútil toda esta nostalgia.
Ter saudades, é uma bala a entrar no corpo.
Como inútil é a vontade te contar onde as escondo.
Devo enterrá-las na gaveta dos fundos.
É preferível esquecer o que é inútil.
Amar-te é inútil.
Amar-te não chega.
A vida é mais do que um toque ou um olhar profundo.
A vida é mais do que um abraço sem fim e um beijo que não acaba.
Tudo é pouco, é um nada para quem deseja mais.
Se as calo, trespassam-me a alma e vidram-me os olhos.
Se as largo, revoltam-se e impõem-se como muros que não avanço.
É inútil toda esta nostalgia.
Ter saudades, é uma bala a entrar no corpo.
Como inútil é a vontade te contar onde as escondo.
Devo enterrá-las na gaveta dos fundos.
É preferível esquecer o que é inútil.
Amar-te é inútil.
Amar-te não chega.
A vida é mais do que um toque ou um olhar profundo.
A vida é mais do que um abraço sem fim e um beijo que não acaba.
Tudo é pouco, é um nada para quem deseja mais.
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