O Ébrio
Homem que fez em sua imagem
O mais sujo dos martires
Morreu em sua queda, eternizado desdém
Com seu proposito, servir de consolação para cães
Que guarda em sua campa, mais paixão do que cristo
Para os loucos e perdidos sem salvação
Para aqueles que não se sobra mais tempo
O preto infindo da noite
Junto dos choros dos desesperados
Faz ao esqueleto do martir morto
A compania que não teve em vida
Esses loucos e perdidos são
Como os mortos em todo lugar
Se estão vivos não sabem
Pois se está mesmo vivo aquele
Que não se percebe mais?
O mais sujo dos martires
Morreu em sua queda, eternizado desdém
Com seu proposito, servir de consolação para cães
Que guarda em sua campa, mais paixão do que cristo
Para os loucos e perdidos sem salvação
Para aqueles que não se sobra mais tempo
O preto infindo da noite
Junto dos choros dos desesperados
Faz ao esqueleto do martir morto
A compania que não teve em vida
Esses loucos e perdidos são
Como os mortos em todo lugar
Se estão vivos não sabem
Pois se está mesmo vivo aquele
Que não se percebe mais?
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