Renascido das cinzas
Renascido das cinzas
Sinto a maré das lamentações
Bebo da àgua salgada do mar
E esse salgado se transforma dentro
De mim
Logo no fundo do abismo
Faço minha morada de madeira e solidão
Aconchego-me na tristeza
Pois é tudo que conheço
E a luz que raia dourada logo acima
Arde em minha pele como fogo
As vezes sou possuido pela raiva
E quero destruir o mundo
E as vezes sou calmaria
E me conecto com o tudo
Nesse embate natural
Do bem e mal
Olho risonho de lado
E encaro no fundo da minha alma
Criação faz a destruição
Todo dia sou algo novo
Um dia voarei pelos ceus
E espalharei mensagens do juizo final
E quando aterrisar
Descansarei pelo fim dos tempos
Amargura do pensar
A consciencia me acorrenta
Preso nos grilhões de mim por mim mesmo
Sairei desta prisão
E congelarei este mundo quente
Até a ultima alma se tornar solida
Sinto a maré das lamentações
Bebo da àgua salgada do mar
E esse salgado se transforma dentro
De mim
Logo no fundo do abismo
Faço minha morada de madeira e solidão
Aconchego-me na tristeza
Pois é tudo que conheço
E a luz que raia dourada logo acima
Arde em minha pele como fogo
As vezes sou possuido pela raiva
E quero destruir o mundo
E as vezes sou calmaria
E me conecto com o tudo
Nesse embate natural
Do bem e mal
Olho risonho de lado
E encaro no fundo da minha alma
Criação faz a destruição
Todo dia sou algo novo
Um dia voarei pelos ceus
E espalharei mensagens do juizo final
E quando aterrisar
Descansarei pelo fim dos tempos
Amargura do pensar
A consciencia me acorrenta
Preso nos grilhões de mim por mim mesmo
Sairei desta prisão
E congelarei este mundo quente
Até a ultima alma se tornar solida
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