Uma manhã feita de alegrias perecíveis.
Ideias que permanecem na cama
enquanto o corpo, exausto, levanta.

Uma tarde feita de razões inconcebíveis.
Esquecer-se de olhar para quem chama
e, no opróbrio, tornar-se planta.

Uma noite feita de feitos risíveis.
Invisíveis como tudo que inflama
das fantasias que o sono decanta.
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