Breve despedida
Para quem nunca mais me viu
me verá pela última vez
Deitado em madeira
de olhos fechados
de terno que nunca antes
tivera vestido
Mas não lamentem minha partida
Pois a vida é efêmera, como uma estrela cadente
Cumpri meu papel, vivi minhas histórias
E agora parto, como um verso que se finda
Em lembranças e sorrisos, eu permanecerei
Nas histórias compartilhadas, no amor que doei
Não se entristeçam, pois na eternidade do tempo
Somos todos pó, dançando ao vento
Deixo a vida como quem encerra um poema,
Mas a essência do que fui, em vocês, é o meu lema.
~CJ
me verá pela última vez
Deitado em madeira
de olhos fechados
de terno que nunca antes
tivera vestido
Mas não lamentem minha partida
Pois a vida é efêmera, como uma estrela cadente
Cumpri meu papel, vivi minhas histórias
E agora parto, como um verso que se finda
Em lembranças e sorrisos, eu permanecerei
Nas histórias compartilhadas, no amor que doei
Não se entristeçam, pois na eternidade do tempo
Somos todos pó, dançando ao vento
Deixo a vida como quem encerra um poema,
Mas a essência do que fui, em vocês, é o meu lema.
~CJ
Comentários (0)
Iniciar sessão
para publicar um comentário.
Ainda não há comentários. Sê o primeiro a comentar.
Outros poemas de participantes
No Amanhã !
Qual barco ao sabor das ondas soçobrando
Luto, estrebucho, exangue sem sentidos,
Então, quero meus despojos abatido…
Armando A. C. Garcia
A Âncora ! 26/10/2026
És a luz que reconforta minha vida
Tu, és a seiva que alimenta a alma,
És a Paz, que permeia o meu viver
A ânc…
Armando A. C. Garcia
Melancolias III
Nas praias desertas de minha cidade costumava me sentar ... e a observar a solidão que me traz o mar. as verdades de meu corpo e de minha…
Ademir D.Zanotelli *Poeta*
COM FÉ
Tenho muita fé, Creio em tudo, Só não creio Na falta de fé. Vou com tudo, Às vezes paro, Giro o mundo, Tá tudo caro. Embora eu não crei…
Celso Ciampi