🔴 A gente conversa lá em casa
Em 1946, Dona Santinha, a esposa do presidente general Eurico Gaspar Dutra, em defesa da moral e bons costumes, pediu para seu marido proibir os jogos de azar. Como todo “pau mandado”, ele obedeceu. Desde então, a polícia estoura casas de jogos clandestinas, e os velhinhos gritam “deu aqui” apenas nas quermesses das igrejas.
Rosângela (Janja), esposa do presidente Lula, segue a mentalidade mandona de Dona Santinha, porém, querendo travar uma tecnologia atual. Se engana, quem acha que Janja é apenas alguém que se submeteu a um sacrifício que representava um atalho para um estilo de vida franqueado a poucos (melhores viagens, hotéis, restaurantes e tudo que o dinheiro pode comprar, e tudo o que um presidente pode ganhar).
Pois bem, Rosângela Lula da Silva, revelando a sorte de uma rara sincronia, começou a prometer maldades, sofreu um ataque ‘hacker’ e pleiteou o controle das redes sociais. Entretanto, não só ela, mas um exército (digital e analógico) clamou por uma regulação das redes. A ideia até parece justa, mas, na verdade, significa censura àquilo que não querem que seja dito (críticas). Curioso é que a moça quer, porque quer, punir a “big tech” ‘X’ (Twitter), mas não o ‘hacker’ que oportunamente adivinhou a sua senha!
Lula & Janja formam, como seria anunciado na ‘Sessão da Tarde’, “uma dupla do barulho”. A marca que representa o casal guarda segredos como a dupla de célebres bandidos Bonnie & Clyde. Conclusão: Janja deve ser portadora de alguns “contêineres” de atos sub-reptícios.
O decreto-lei de Dutra coincide com o ímpeto censor de Lula, pois ambos os presidentes foram “recomendados” a cumprir as ordens de cama, mesa e banho. Porém, a ideia que devia ser desestimulada no café da manhã, pode prejudicar milhões de pessoas. Mesmo sem votos (eleitorais e matrimoniais) os caprichos familiares são impingidos, 77 anos depois, a todos.
Como ficou claro no texto, Dona Santinha e Janja ostentam um apelido que simula uma falsa simpatia e forçada intimidade, também exercem um autoritarismo que extrapola as atribuições de uma primeira-dama.
Rosângela (Janja), esposa do presidente Lula, segue a mentalidade mandona de Dona Santinha, porém, querendo travar uma tecnologia atual. Se engana, quem acha que Janja é apenas alguém que se submeteu a um sacrifício que representava um atalho para um estilo de vida franqueado a poucos (melhores viagens, hotéis, restaurantes e tudo que o dinheiro pode comprar, e tudo o que um presidente pode ganhar).
Pois bem, Rosângela Lula da Silva, revelando a sorte de uma rara sincronia, começou a prometer maldades, sofreu um ataque ‘hacker’ e pleiteou o controle das redes sociais. Entretanto, não só ela, mas um exército (digital e analógico) clamou por uma regulação das redes. A ideia até parece justa, mas, na verdade, significa censura àquilo que não querem que seja dito (críticas). Curioso é que a moça quer, porque quer, punir a “big tech” ‘X’ (Twitter), mas não o ‘hacker’ que oportunamente adivinhou a sua senha!
Lula & Janja formam, como seria anunciado na ‘Sessão da Tarde’, “uma dupla do barulho”. A marca que representa o casal guarda segredos como a dupla de célebres bandidos Bonnie & Clyde. Conclusão: Janja deve ser portadora de alguns “contêineres” de atos sub-reptícios.
O decreto-lei de Dutra coincide com o ímpeto censor de Lula, pois ambos os presidentes foram “recomendados” a cumprir as ordens de cama, mesa e banho. Porém, a ideia que devia ser desestimulada no café da manhã, pode prejudicar milhões de pessoas. Mesmo sem votos (eleitorais e matrimoniais) os caprichos familiares são impingidos, 77 anos depois, a todos.
Como ficou claro no texto, Dona Santinha e Janja ostentam um apelido que simula uma falsa simpatia e forçada intimidade, também exercem um autoritarismo que extrapola as atribuições de uma primeira-dama.
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