Submersão
O som da tua chuva soava-me na alma
Abatia-se sobre o meu corpo como bátega ofegante
Na pele da tua cama, prado errante
Encharcado na memória do teu olhar
Inundava-me na torrente sem me debater
Adormecido no teu amanhecer
Porém, quando submerso, parti pelas águas
Com as asas que a enchente revelou
Foi só o som da tua chuva que ficou…
Abatia-se sobre o meu corpo como bátega ofegante
Na pele da tua cama, prado errante
Encharcado na memória do teu olhar
Inundava-me na torrente sem me debater
Adormecido no teu amanhecer
Porém, quando submerso, parti pelas águas
Com as asas que a enchente revelou
Foi só o som da tua chuva que ficou…
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