🔴 Em nome do pai
O filho do ministro do STJ (Superior Tribunal de Justiça) veio à luz. Seu pai já era bem conhecido por aceitar os tapinhas escravocratas de Lula e, feito o serviçal do Conde Drácula, informar que: “Missão dada é missão cumprida”. Pois, o “filho do pai” nos brindou com um vídeo sensacional. O conteúdo, que viralizou, só poderia ser servido por um blogueirinho com muito dinheiro e pouco bom gosto. O resultado: a mistura meio ‘California Racing’, meio ‘Louis Vuitton’ faz com que eu só consiga descrevê-lo como “o motoboy da Barbie”.
Vendo esse espetacular filme, estou convencido de que consigo me vestir melhor que a “Família Animada”. O simples bom gosto faz a C&A, Riachuelo, Renner e Besni superarem grifes badaladas. Diante do mau gosto do filho do juiz, basta um crediário na Pelicano ou Torra Torra. O garoto também exibiu joias de grife, porém insuficientes diante de um pingente da Casa das Alianças enfeitando uma autoestima inabalável.
A composição não é à toa, muito pelo contrário; ela diz muito mais que as óbvias imagens. De cara, que o “corrimão do sucesso” (trilhado por seu pai) conduz as futuras gerações a lugares exclusivos. Com mais atenção e alguma psicologia, é possível ouvir os berros da alma do sujeito. Inversamente proporcional, é como ele exibe os sinais externos de riqueza enquanto esconde o seu interior. Numa análise mais aprofundada, é claro que o cara esconde sua personalidade atrás de objetos de grife. Os óculos escuros ajudam a camuflar um sujeito que, paradoxalmente, mostra etiquetas, mas, sem perceber, está mostrando a si mesmo.
Se a maldade, num suicídio estético, atingisse apenas ele, beleza; no entanto, sua família, alvo do “fogo amigo”, passa uma vergonha travestida de ostentação. Com muito dinheiro e pouco critério, o resultado é tão estranho quanto compor uma mulher com a boca da Angelina Jolie, os olhos da Sandra Bullock etc.
Quem se garante aparece de jeans surrada, camiseta larga, chinelos ‘Havaianas’ e “busão”. De qualquer modo, o “filho do pai” não se tornou conhecido pela subserviência do pai.
Texto com vídeo no blog:
Gazeta Explosiva
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