O Retrato da Burguesia
A ensandecida cobiça da burguesia
Doma a humanidade.
De golpismos latentes,
Preconceitos frequentes,
De obscurantismo medonho,
É uma sagaz hiena
Que manipula a política,
Diminui a dignidade do povo
E tira tudo que há de igualdade entre as pessoas.
Em duras regras impostas nas fábricas,
Se alimenta do suor do trabalhador,
Engorda suas contas bancárias com
A tenaz mais valia extraída da labuta proletária.
O bom burguês, que de bom não tem nada,
Dominou seres humanos como obedientes animaizinhos,
Restaurou seus privilégios ao manipular direitos alheios.
E ela só cresce, saqueia o Estado, corrói a democracia,
Sangra os cofres públicos e enfia milhares na miséria.
Chaga social de olho apenas nos cifrões, nos lucros do capital,
O cais da putrefação coletiva que valoriza o ter antes do ser.
Doma a humanidade.
De golpismos latentes,
Preconceitos frequentes,
De obscurantismo medonho,
É uma sagaz hiena
Que manipula a política,
Diminui a dignidade do povo
E tira tudo que há de igualdade entre as pessoas.
Em duras regras impostas nas fábricas,
Se alimenta do suor do trabalhador,
Engorda suas contas bancárias com
A tenaz mais valia extraída da labuta proletária.
O bom burguês, que de bom não tem nada,
Dominou seres humanos como obedientes animaizinhos,
Restaurou seus privilégios ao manipular direitos alheios.
E ela só cresce, saqueia o Estado, corrói a democracia,
Sangra os cofres públicos e enfia milhares na miséria.
Chaga social de olho apenas nos cifrões, nos lucros do capital,
O cais da putrefação coletiva que valoriza o ter antes do ser.
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