Manchas
Um pouco de mundo
Uma mancha de ser
Um grito calado
Um resto de tudo
Vidas
Bocados de sonhos espalhados pela cidade
Denunciados em órfãos e pedintes
Espalhados por aí, largados pela urbe
Mas nada muda
Para os que carregam almas mudas
Aos apressados, sobrecarregados
Aos de passos maquinados, nada muda
Quando as súplicas convidam lágrimas
O desespero a doença
E a fome tolera o furto
Quando os as manhãs de sol são negras e longas,
Quando o morrer oferece portas e os sorrisos são curtos
Uma mancha de ser
Um grito calado
Um resto de tudo
Vidas
Bocados de sonhos espalhados pela cidade
Denunciados em órfãos e pedintes
Espalhados por aí, largados pela urbe
Mas nada muda
Para os que carregam almas mudas
Aos apressados, sobrecarregados
Aos de passos maquinados, nada muda
Quando as súplicas convidam lágrimas
O desespero a doença
E a fome tolera o furto
Quando os as manhãs de sol são negras e longas,
Quando o morrer oferece portas e os sorrisos são curtos
Comentários (0)
Iniciar sessão
para publicar um comentário.
Ainda não há comentários. Sê o primeiro a comentar.
Outros poemas de participantes
A QUE VEIO ?
A que veio este insone esse leque misto de sombras e de lume aberto em breves saltos ou espasmos de quem não sofre epilepsia mas talvez s…
Darlan de Matos Cunha
O nosso baile
O baile que vale a pena
sempre será onde por
nada a gente se contenha.
O nosso baile é maya,
ao ritmo de Son Chapín,
onde …
Anna Flávia Schmitt Wyse Baranski
OS BÊBADOS
A aldeia sabe porque não se dorme sem a paina do amor, aprendeu mover-se entre o colar de brasas e picadas da fome e do medo, yes a aldei…
Darlan de Matos Cunha
Sua Ternura - Será minha Ternura.
Que seja assim por toda vida - sua ternura será minha ternura - teu modo de amar será meu modo de amar... e tuas palavras serão pronun…
Ademir D.Zanotelli *Poeta*