Caminhada
Vou cruzando aquela esquina
por onde o vento pondera
flores níveas, amarelas,
ônix, cobalto e granada.
Qual pétala iridescente
brilha assim, auspiciosa,
quando a náusea se instaura?
Sigo encarando a campina,
onde a geada prospera
em brumas baixas e mazelas
apoiadas na alvorada.
Qual cristal, impiamente,
faz do gelo uma vistosa
imagem do que a dor restaura?
Vou seguindo pela dúvida,
ciente de que a resposta
talvez esteja em outra rota.
por onde o vento pondera
flores níveas, amarelas,
ônix, cobalto e granada.
Qual pétala iridescente
brilha assim, auspiciosa,
quando a náusea se instaura?
Sigo encarando a campina,
onde a geada prospera
em brumas baixas e mazelas
apoiadas na alvorada.
Qual cristal, impiamente,
faz do gelo uma vistosa
imagem do que a dor restaura?
Vou seguindo pela dúvida,
ciente de que a resposta
talvez esteja em outra rota.
Comentários (0)
Iniciar sessão
para publicar um comentário.
Ainda não há comentários. Sê o primeiro a comentar.
Outros poemas de participantes
O Orvalho.
O Orvalho que nesta madrugada caem sobre esta terra ... é para renovar a reprodução de todas as sementes - de todas as espécies que irã…
Ademir D.Zanotelli *Poeta*
Palma zunkha
Deixa que o amor e o impulso
falem mais alto, ou melhor,
cantem por nós o que tiver
de ser cantado sem se preocupar
com o q…
Anna Flávia Schmitt Wyse Baranski
Sapucaia
É inverno, estamos em julho,
sem flor e nenhum fruto.
Enquanto a querida sapucaia
repousa tranquila na praça,
O charme da mi…
Anna Flávia Schmitt Wyse Baranski
O Consolo parte II
O Consolo de uma vida depende de seu bom coração e da formosura -querendo por demais seus encantos nelas ficarem - permanentes sempre …
Ademir D.Zanotelli *Poeta*