Ode ao destino
E faço da noite, assombros
Delírios, enquanto deitado,
Cubro-me com seus carinhos
Como estivesse ao meu lado.
Em meu teatro de sonhos,
Canta a noite, enquanto a lua,
Passeia o luar pelas ruas,
Em tons de prata-azulado.
Faço da vida, desejos
Que vazam pelas janelas
Dos anseios maculados.
Triste, é a felicidade
Que se tem, que ironia!
Por um destino, fadado.
Comentários (0)
Iniciar sessão
para publicar um comentário.
Ainda não há comentários. Sê o primeiro a comentar.
Outros poemas de participantes
delírio encapsulado
presa estou pela manhã a recolher as lágrimas livre sou à noite ao te recolher em minha cápsula quando me transbordar, a tez partida será…
Kátia Surreal
Dissonantes, se confundem - 09/09/2026
Será que a alegria é irmã da tristeza
Dissonantes, separadas se confundem,
A alegria é a exultação do bem estar
…
Armando A. C. Garcia
Muros de pedra ! - 24/07/2026
Eu tinha o mundo perdido
Na palma de minha mão,
Livre e solto, sacudido
Sem dinheiro, sem tostão.
…
Armando A. C. Garcia
A força inexplicável ! - (soneto) - 25/07/2026
A força inexplicável, chamada sorte,
Como não é constante no indivíduo,
Por não ser ela um predicado assíduo
N…
Armando A. C. Garcia