Outro sim, sacrificado
Outro Sim, sacrificado
Valha-me, ó Senhor!
Possue-me, ó altíssimo!
Considera-me, amigo!
A dor incalculável me afasta de Ti,
Os preconceitos, os verbos, os afazeres, a rebeldia, tudo.
Que farei eu?
Segurar em Tuas Mãos, como se já não possuo as minhas?!
Dizer si, foi fácil, mas sacrificou-me a alma;
Dilacerou-me o corpo;
Enfim, multilou-me as travessias e me fez reencarnar no ato involutário de meu ego.
Manuscrevi em 12/1/1988 e refiz em 26/1/1988.
Hoje 19 de março de 2024, dia de São José, transcrevo para esse site.
Ofereço com carinho a minha caçula Anna Clara e seus irmãos.
A minha família no Brasil e além mar, em Portugal.
E, aos familiares de 2ª, 3ª, 4ª geração, que não me conhecem, mas que moram em meu coração.
Façamos como Maria, digamos Sim aquilo que o Deus altíssimo quer de nós!
Paz e bem.
Valha-me, ó Senhor!
Possue-me, ó altíssimo!
Considera-me, amigo!
A dor incalculável me afasta de Ti,
Os preconceitos, os verbos, os afazeres, a rebeldia, tudo.
Que farei eu?
Segurar em Tuas Mãos, como se já não possuo as minhas?!
Dizer si, foi fácil, mas sacrificou-me a alma;
Dilacerou-me o corpo;
Enfim, multilou-me as travessias e me fez reencarnar no ato involutário de meu ego.
Manuscrevi em 12/1/1988 e refiz em 26/1/1988.
Hoje 19 de março de 2024, dia de São José, transcrevo para esse site.
Ofereço com carinho a minha caçula Anna Clara e seus irmãos.
A minha família no Brasil e além mar, em Portugal.
E, aos familiares de 2ª, 3ª, 4ª geração, que não me conhecem, mas que moram em meu coração.
Façamos como Maria, digamos Sim aquilo que o Deus altíssimo quer de nós!
Paz e bem.
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