RIO GUADINA - ENTRE MARGENS
Nas curvas do Guadiana, doce rio,
O sol reflete em suas águas calmas,
Entre as margens, um sonho em desafio,
Onde a natureza tece suas palmas.
Tuas águas fluem suaves e serenas,
Num eterno bailado de poesia,
E nas tuas margens, histórias amenas,
Contam segredos de pura magia.
Oh rio Guadiana, afluente amigo,
Em tuas águas, a vida se renova,
E o tempo é um verso, um doce abrigo.
Que teus mistérios sigam pela terra,
E que sempre em teu curso se comova,
A alma que em ti encontra sua serra.
Maria Antonieta Matos
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