Diário
Rá, rá, rátimbum,
agenda de poeta é meio assim tiro na testa,
um chiste, uma fresta, por onde escoamos todas,
palavras que de posse-ação representam,
o eco do som sobre a rocha,
carne, pedaços, pombas mutiladas a espalhar dúvidas,
dívidas, promessas,
e voou no sentido do caos,
estendendo as asas negras que me pendem do parto sobre as coisas,
de meu levo um gole de ar, mãos abertas e bolsos vazios,
a sensação de ter por entre as linhas parido uma jaca,
e nessa coleção de reminiscências
arrasto o pó das solas e me perco entre essa e outras linhas.
agenda de poeta é meio assim tiro na testa,
um chiste, uma fresta, por onde escoamos todas,
palavras que de posse-ação representam,
o eco do som sobre a rocha,
carne, pedaços, pombas mutiladas a espalhar dúvidas,
dívidas, promessas,
e voou no sentido do caos,
estendendo as asas negras que me pendem do parto sobre as coisas,
de meu levo um gole de ar, mãos abertas e bolsos vazios,
a sensação de ter por entre as linhas parido uma jaca,
e nessa coleção de reminiscências
arrasto o pó das solas e me perco entre essa e outras linhas.
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