Meus olhos falam
Os meus olhos, de amor calado,
No brilho suave a chama se revela,
É lume terno, doce e delicado,
Que em cada olhar mais fundo se modela.
Na sombra oculta um gesto apaixonado,
Que o coração em segredo atrela,
E quando em ti repousa enamorado,
A alma inteira em silêncio se desvela.
Se a voz me falta, o olhar me denuncia,
Pois nele mora a essência do sentir,
A chama pura, a luz que não se esfria.
E mesmo quando o tempo me fugir,
No espelho eterno dessa melodia,
Verás meus olhos sempre a te seguir.
Maria Antonieta Matos
Comentários (0)
Iniciar sessão
para publicar um comentário.
Ainda não há comentários. Sê o primeiro a comentar.
Outros poemas de participantes
Atmosfera kaligana
Resistir na mesma canoa,
como Anaru e Teya,
ir juntos além da intenção:
viver de fato o poema.
Nestes tempos estranhos, …
Anna Flávia Schmitt Wyse Baranski
Atmosfera kaligana
Resistir na mesma canoa,
como Anaru e Teya,
ir juntos além da intenção:
viver de fato o poema.
Nestes tempos estranhos, …
Anna Flávia Schmitt Wyse Baranski
Atmosfera kaligana
Resistir na mesma canoa,
como Anaru e Teya,
ir juntos além da intenção:
viver de fato o poema.
Nestes tempos estranhos, …
Anna Flávia Schmitt Wyse Baranski
O Eterno Sol.
Você quer velo - olhe para a bandeira da Nação Argentina. Lança labaredas para todos os lados , seu pano é especial- não arde ou esque…
Ademir D.Zanotelli *Poeta*