Pseudo soneto II
assim que posto viajante
dê-se à vida como estrada
veículo de si como tanto
viga coletiva da humana saga
assim que posto transeunte
cumpra a razão de cada abraço
os que tenha de si como urgente
os que de todos tenha como laço
rume os dias em que anoiteça
com a intimidade da natureza
armado de si assim no tempo
e vigore nas manhãs como tarefa
espalhando os passos pela terra
nos ombros largos de seus ventos
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