Panapanã Não têm mãe, nem têm um paina brevidade dessa vidaque brotou já coloridasob o morno sol do ar Pura seda, finas pétalasse acenam de par em par floreiam voltas incertaspra em nova cor repousar Beijam flores encantadascom o sumo deste beijoe na fome do desejoquerem mil flores beijar Se de pólen fecundadassementes vão semearsobre folhas como fadasperolinhas de um colar Sete noites, sete diascumprem a sina de voarbelezas recém-nascidaspara um breve farfalhar E findada a primaverase despedem do luare com o todo que se alteravão ao pó do pó voltar Comentários (0) ShareOn Partilhar Facebook WhatsApp X Iniciar sessão para publicar um comentário.