Aizinhos Ah, meu amigo,minhas doressão sem salNão sabem o nomeda rosanem colhem as floresdo mal São dorzinhaspequeninhas,imagináriasreais,sobem descempela espinhaqueimando febres locais Essas dores,meu amigo,tem caráterintestinalnão enxergamalém do umbigonem acusamo mal social Bem quiseraas minhas doresfossem mágoasmais moraisque abraçassemo mundo inteirome irmanassemaos marginais Ou quem deraa dor, amigo,não fosseapenas carnale esta merador de ouvidome elevasseao celestial Me dói tanto,caro amigo,doer dorestão banaisessas penaschinfrinzinhaspuramentecorporais Tantas vezesfantasiosofrer moléstia abissalou tormentotão pungenteque me turvea luz da mentee me ascendaao surreal! Chega o dia, mano velho,que algum achaque fatal(talvez desgostomais sério)me traga a curaafinalsoprando o pódo mistériodessa indolência animal Comentários (0) ShareOn Partilhar Facebook WhatsApp X Iniciar sessão para publicar um comentário.