Debaixo do meu luar
Debaixo do meu luar dormita a escuridão tão
efervescente, tão apaixonante…quase conivente
Com labaredas intrépidas saqueia cada breu que
estremecendo desvairado fenece compungido e ardente
Debaixo do luar recosta-se a noite algemada a uma
monstruosidade de murmúrios prevaricando alucinadamente
Seu timbre são a fiel rubrica das palavras doidas e eloquentes
Fazem o croquis de duas caricias deslizando pela derme do
silêncio que se estilhaça em sedentas gargalhadas tão pungentes
Frederico de Castro
Comentários (0)
Iniciar sessão
para publicar um comentário.
Ainda não há comentários. Sê o primeiro a comentar.
Outros poemas de participantes
O Orvalho.
O Orvalho que nesta madrugada caem sobre esta terra ... é para renovar a reprodução de todas as sementes - de todas as espécies que irã…
Ademir D.Zanotelli *Poeta*
Palma zunkha
Deixa que o amor e o impulso
falem mais alto, ou melhor,
cantem por nós o que tiver
de ser cantado sem se preocupar
com o q…
Anna Flávia Schmitt Wyse Baranski
Sapucaia
É inverno, estamos em julho,
sem flor e nenhum fruto.
Enquanto a querida sapucaia
repousa tranquila na praça,
O charme da mi…
Anna Flávia Schmitt Wyse Baranski
O Consolo parte II
O Consolo de uma vida depende de seu bom coração e da formosura -querendo por demais seus encantos nelas ficarem - permanentes sempre …
Ademir D.Zanotelli *Poeta*