Em Vanna
Vanna, o ápice da alma em deserto,
Onde a dor física encontra o emocional.
Após a luta, o ser, já quase liberto,
Busca em Deus o bálsamo, o essencial.
No limite da força, exausto e só,
O corpo cede, a mente em turbilhão.
Em Vanna, o homem encontra um nó,
Um grito mudo, uma profunda oração.
Perda e batalha, marcas na memória,
Feridas abertas, clamam por alívio.
Em Vanna, busca-se a eterna glória,
Um elo frágil, um último vestígio.
É no limiar da dor que a fé se acende,
Em Vanna, o homem se prostra e suplica.
A esperança renasce, o medo se rende,
E a alma encontra em Deus a paz que unifica.
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