CONFETES
Paulo Sérgio Rosseto
O chão pulsa
Enquanto os meus passos
Pedem licença à dança
Corpos navegam em suor e serpentina
Ao meu redor
Rindo dos relâmpagos
No céu de papel colorido
Nem toda máscara protege
E nem todo mundo está perdido
Há sol derretendo nos ombros
Purpurina grudada no tempo
Refrãos nascendo de lembranças
Dos encontros entre o peito e o vento
Somos planetas bêbados de alegria
Feitos de fantasias molhando desejos
Entre máscaras revelando identidades
Carnaval é isso
Instantes que explodem e se eternizam
Sambando dentro da gente
@psrosseto
Comentários (0)
Iniciar sessão
para publicar um comentário.
Ainda não há comentários. Sê o primeiro a comentar.
Outros poemas de participantes
Missy my love
Missy my love You are the sunshine I am happy that we love Each other Missy you give me Lots of kisses Sweater than honey Also dad You pl…
Aldo gabbay kraas
O Orvalho.
O Orvalho que nesta madrugada caem sobre esta terra ... é para renovar a reprodução de todas as sementes - de todas as espécies que irã…
Ademir D.Zanotelli *Poeta*
Palma zunkha
Deixa que o amor e o impulso
falem mais alto, ou melhor,
cantem por nós o que tiver
de ser cantado sem se preocupar
com o q…
Anna Flávia Schmitt Wyse Baranski
Sapucaia
É inverno, estamos em julho,
sem flor e nenhum fruto.
Enquanto a querida sapucaia
repousa tranquila na praça,
O charme da mi…
Anna Flávia Schmitt Wyse Baranski