Madrugada
Este silencio que
resiste aos meus passos,
deixando meu corpo na
penumbra das árvores no
cheiro das flores
molhadas pelo sereno.
Sereno triste solto em
natureza pura e amarrado
por cordas enviziveis me
trazendo a mente agonias.
Agonias preservadas e intocadas
que está sendo largada no
amanhecer de um dia.
Dia , que vem rompendo
minha alma e estremece um
corpo , que espera ser um
dia todo amado.
Amado, venerado por querubins
vindo de um céu escuro , com
suas espadas grandes, e junto
possamos romper esta
bela madrugada.
Ademir o poeta.
Comentários (0)
Iniciar sessão
para publicar um comentário.
Ainda não há comentários. Sê o primeiro a comentar.
Outros poemas de participantes
VAI FICAR A SAUDADE...
Por fim a saudade que ficou transforma-se Num silêncio muito “Ao jeito que a vida quer” Ah, mestre Benito “Como eu amei a mulher brasilei…
Frederico de Castro
BELA VIDA! BELA MORTE?
Se minha vida é bela, Como será a minha morte? Deixa para lá a resposta, Viver é motivo de sorte. Prefiro pensar na vida, Fazer cada seg…
Celso Ciampi
Entre a Jura e o Cumprimento
Entre a jura e o cumprimento
da palavra em florescimento
primaveral de Lignum Vitae,
Nós, com os olhos fechados
e plenos de e…
Anna Flávia Schmitt Wyse Baranski
Futuras
quando tanto fosse o rumo quanto humano fosse tudo pudesse o futuro nascer das ruas do mundo viés do povo nas lutas havidas construção in…
AurelioAquino