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Abismo Humano.
2026
Este título O Abismo Humano - são as circunstâncias em que vivemos nos momentos atuais
e que somente pelo amor e compreensão de todos os humanos - teremos a paz que deseja
mos para nossa alegria e desejos de sermos amados e compreendidos nesta atual situação
e por isso , meus poemas e poesias são descritos em diversas formas e assuntos - aos-
quais me dedico de corpo e alma em minhas criações. Espero sinceramente que compreen
dam os momentos atuais em que todos vivemos.
Sob as entranhas desta terra meu
espirito navega - e todo meu corpo
sente as dores da incompreensão - da falsidade
da minha queda : que esta vida carrega.
Meu choro é de muita tristeza -
que internamente me leva : a uma morte
espiritual onde minhas virtudes - são
julgadas e carregadas ao fogo do inferno.
Lá encontro todo tipo de maldades - as que
fazem os corpos sofrerem e as que fazem
as mentes - sentirem o tanto da força
de um coração - tão sofrido e em castidade.
E nas entranhas deste meu corpo - que agora
caminha sobre as labaredas do sofrimento - vejo tanta
correria de almas - que navegam em todos os
seres - e em teus cérebros .
Esta minha queda mental - foi por procurar a mais
limpa virtude - de todos os sete céus - que habitam a mais
bela criação de Adonai.
Ademir o poeta.
Ao comesar a madrugada
sinto no peito uma aflição...pois
meu coração bate forte e minhas
mãos estão parcialmente geladas.
Levanto-me , pois estão sem o meu
devido sono.
Ando pra lá e pra cá
meus pés se adormecem -
meus olhos se aquecem -
meus ouvidos sentem
pequenos estouros de carocinhos
de algodão.
Sinto que estou cansado , mas não
paro de escrever. pois minha
alma sente forte canção
de emoção.
Sonho com você todos os dias
de minha vida... quando ando -
me sinto balançar o corpo - e peço
que me apareça - para me dar
tuas mãos - mas são minhas visões -
pois tu fostes embora se casou - e
me deixou em carne viva -
de ilusão e paixão.
Ademir o poeta.
Luz sobre as ruas escuras
um homem só/avenida
imensa neblinada
madrugada.
Seu corpo anda em S os
olhos profundos , negros nada
encherga.
Seus pés estão dormentes , a
terra não sente, seu corpo
ainda em S da avenida
não vê coisa alguma.
Mas vem uma claridade
dos céus e o carrega
no ar.
Até seu quarto sua solidão
onde sonha em amar.
Ouve uma voz " dorme
amor, sou eu seu ninar" .
Boa noite.
Ademir o poeta.
Desvendar um mistério
de uma alma . É como
viajar no tempo da criação
do mundo.
A minha viu muitas tardes
e noites -amanheceres e dias
de forte combates entre
o bem e o mal.
O Senhor Deus a fez de tal maneira
eterna ... que antes da criação
dos seres humanos : elas estavam
sendo abençoadas pelos santos
de todos os santos.
Bendito seja nossos corpos que
tiveram o prazer de receber
esta eternidade ... para todo o
sempre.
Ademir o poeta.
Ele pode durar o tempo
que o tempo me tiver
disponível.
Tem horas que me
sinto fraco e tem
momentos que me sinto
um gigante bem forte.
Pode querer me
fazer cair na rua - na
calçada , que ei de levantar.
Mesmo que a terra balance
como um barco a navegar... posso
e devo me erguer , para que
sintam , meu fervor de
escrever e trabalhar.
Não quero de mim o impossível
...mas sim aquilo que ferve
dentro de meu corpo > como uma
bola de fogo ( o eterno amor )
que tenho ainda para oferecer e dar.
Ademir o poeta.
A claridade das
noites... se curvaram
perante as estrelas
vagantes de Albinone.
Ele ouvia os cantares dos
passaros e sentia a música
vagar pelo ar.
Pensava nas ruas escuras
de sua cidade... olhava para
as nuvens carregadas de
de águas benditas > que esperavam
que o molhasem.
Para todo encharcado entrase
em sua casa - trocava-se por um
roupão ... sentava-se em um tamborete
e compunha suas canções.
De amores eternos - de paixões -
onde jamais um ser humano pensou...
A Sua luz era eterna , seu corpo
fervoroso , seu olhar de um
cancionista cheio de pudor.
Nunca sentiu tristeza , sempre
alegria - pois as estrelas reluziam
nas ruas escuras em que andava. E sentia
o odor da claridade da noite
com todo seu fervor.
Albinone. o Compositor.
Ademir o poeta.
Vem das composições
de Bach... elas vem dos
sete céus onde habitam
os corações de todos compositores
e cantores.
Vem em estrelas que atravesam
os mundos conhecidos pelos
homens , que agora os adoram
e se consolam com Aves Marias.
Ademir o poeta.
Vou correr no meio da
rua nú - pois ai sim
vão acreditar em mim.
Com meus problemas e
com minhas falas de dormência -
parecendo um bêbado.
Vou correr no meio dos
onibus de bicicletas
e motocicletas... pois
somente assim vão acreditar em
mim.
Se por um acaso for atropelado
ninguem será responsável... somente
meu corpo terá um fim.
Ademir o poeta.
O Tempo atravessa
o mundo/universal /
corre o atlântico
este céu azul esmeralda.
O tempo não para
atravessa a terra/ os
animais / as árvores / e as
pedras enormes de meu País.
O corpo absorve o tempo/
corre em nosso sangue/
envelhece a pele e a mente/
ai... o humano e animais
de todas as espécies
morrem.
O tempo leva a terra
ao espaço viajando/ de
encontro a um destino /
Este é Adonai no comando
de uma divina cruz./
e homens renascem como um
fogo eterno e luz.
Ademir o poeta.
Minhas lamentações
correm o asfalto
negro das estradas.
Curvas de olhares
não podem verem
vão de encontro ao mar
verde esmeralda.
O automóvel já não
viaja > voam ao mar
> levantando
espumas de corredores
nas marés profundas >
onde as sereias os salvam.
Minhas lamentações se acabam,
vejo os peixes a solidão
do amor/ nas marés novamente
profundas e deste mar encontrei
a minha estrela Dalva.
Ademir o poeta.
Nos quatro cantos de
um corpo, foi retido
o forte cheiro de suor nauseante
que transformouse.
Nas quatro lampadas do
quarto, brilhou o sangue
vertido de um ventre
ardido e febril.
Nas quatro paredes amarelas
do quarto, projetou um choro
em sombras.
Nas quatro janelas entrou
o vento, com seu grito
o corpo do céu cair.
Nas quatros camas de lençois
brancos, foi pintado
um quadro de uma
noite sem estrelas.
Nas quatros faces do espelho,
foi refletido o fogo da
amargura e desprazer
desta violentada.
Nos quatro portões do
cemitério , jáz um corpo
de uma menina assasinada.
Ademir o poeta.
Gosto de ouvi-las
principalmente quando estou
em estado de maus momentos.
Me cravo um prego nas mãos /
e grito por perdão.
E falo sinto muito... pois
não sabia o que fazia, pois
minha juventude foi minha traição /
Jesus Cristo o principe da
paz... filho de Adonoy : que
a sua direita está por
merecimento e compaixão /
O ferro foi sua maldição:
a madeira sua elevação -
de um corpo cortado até
que o sangue - teu correce para o chão/
Observado por Adonoy
depois de sua morte > o elevou para
os sete mundos conhecidos : pelos
nomes de paraíso dos sacrificados :
pelas vozes dos ânciões.
Santo. Santo.Santo.
É a voz do criador para a sua e
a nossa salvação.
Ademir o poeta.
Neste dia que se
formou , já com nuvens
negras ... cobrindo
os montes altos das
montanhas que
enlaçam meu coração.
Sinto um peso no corpo e
e na alma fora do comun/
Me levanto da cama
e sinto que você me
deixou... não sei o por que!
Ia tão bem em nosso
relacionamento /
Minha vóz se embargou
me senti fraco , desmaiei
em meu colchão.
Ao acordar senti o
que é realmente um amor
com sentimento de aflições/
E Agora... o que faço
sem você ao meu lado?
Tudo me parece uma prisão.
Ah... minha dezilusão /
de mente cravadas na
porta de meu quarto. um
bilhete de rompimento
definitivo de nossa relações /
Disse somente uma palavra
( Adeus ).
Ademir o Poeta.
Teu violino canta a beleza
da era de aquários - teu braços
chamam as cordas
de puro aço... como deusas que
cantam em compasso de
um forte abraço .
Teu corpo é como
um deus chamado (Apolo)
que dançam as valsas
das jovens mulheres ... que
se balançam no negro asfalto.
( André Rieu )
Um violinista de altos brados
de um mundo que consagrou teus
imensos traços > de alegrias -
de danças - valsas - e amores
com dores de parto.
(A)ndante
(N)amorador
(D)estemido
(R)edentor
(E)nvolvente
(R)enovador
(I)nvencivel
(E)strela
(U)nica
Ademir o Poeta.
Em negreiros navios
aportaram, magros
suarentos de peles
brilhantes ao sol
como diamantes reluzentes.
Dentes brancos como
a neves, sorrissos de
agonia e sofrimento.
-Alento dos irmãos
no ferro roedor, devorando
sua carne ardente.
-Queimantes
-os olhos choravam -
dar a dor a DEUS e a fome
ao DIABO.
-andando no ventre das
mulheres o nascer se vertiam na
pureza humana latente em vida.
Pois uma faca cortavam
o a barriga - que vertida
em sangue sua terra
mãe longe e distante.
Ademir o poeta.
Nesta terra onde brotam
as mais belas flores.... onde caem
os pingos de águas mais lentas
do mundo... oro por ti Argentina.
Para que nunca caia em miséria
e Adonai te sirva com dedicação :
e teus patriarcas sejam
para ti uma grande benção.
Que tuas sinagogas sejam sempre
abençoadas e carregadas
de muitas canções.
Oh... Argentina sejas agora
e para sempre uma das maiores
Nações.
Ademir o poeta.
Tudo que observo - admiro
sinto no coração e no
espirito - na alma - no corpo
é que vem as sensações
da visão fantástica -
da formação do mundo.
Este mundo eterno das emoções.
das criações ... principalmente
do amor em que vivemos -
internamente e externamente.
Tudo que olho com bons pensamentos -
me transforma em uma pessoa -
que cria - e sustenta suas
própias criações.
Ademir o poeta.
Antes
Bem antes
Depois
bem depois...
céu claro um
pouco escuro (talvez)
estrelado mundo
madrugada terras.
Antes
Bem antes
depois...
dias se passam bem
claros - é o sol de verão.
Iluminando as ninfas
nas praias claras de
um azul transparente
- nos corpos de todas
elas - (prateadas )
Ademir o poeta.
Minhas são de diversas
cores - amarelas-vermelhas- azuis -
cor de rosa - cor de esmeralda -
cor branca - cores negras -
minhas palavras são tambem nos tons
que elas falam: para mim em segredos -
não diga nada a ninguem que
tu nos ouve > pois te taxarão
como louco .
Um dia destes estavam discutindo qual
era a mais bela ... tive que intervir
pois estavam se machucando : e voavam
pétalas por todas as direções.
Ficaram neste bate boca até altas
horas da madrugada.
Ai começou a chover , elas se recolheram
levando cada uma seu pedaço :
que pareciam feitos de louças:
e de manhãzinha por incrivel
que pareça estavam se abraçando
como namoradas e inteirinhas
com curativos nos olhos e em
suas bôcas.
Assim terminou as brigas entre rosas
valentonas > que tinham ciúmes
umas das outras.
Que Beleza de remendos tinham
feito eu em todas.
Ademir o poeta.
O som do meu silêncio
é quando as flautas dos deuses
das montanhas andinas ... se prostam
diante das almas , levadas pelo
condores as alturas infinitas
de vários céus.
E os tambores das tribos
se elevam para os ventos
fortes , carregando as nuvens
cheias de luzes verdes
e amareladas , cobrindo todos
os seres vivos com seus véus.
Para que não vejam os anjos
e os condores plainando
e voando para todo o infinto
mundo da criação , onde habitam
seu DEUS.
Ademir o poeta.
Eu quero paz
tu queres guerra-
feridos e mortos acima
das areias desta terra.
Todos se atacam
perdas ambos os lados.
tu queres guerra
e eu a paz.
Tem muitos feridos
tem muitos heróis de lutas:
corpo a corpo e granadas
aéreas explodindo.
Estreito de Ormus queimando
o fumo da morte -
que nos céus , onde o sol
é tão forte - trazendo
o perfume dos
que não tiveram sortes.
Estão ... coitados mortos.
Ambos os lados as almas
são recolhidas por arcanjos
enormes e fortes.
que para a eternidade
estão indo / pelo bom
coração de Adonoy /
o criador e acolhedor
dos corpos - feito por
ele com o sopro no
humos molhado
de seu suor / agora
inertes nos campos
das mortes.
Ademir o poeta.
Ouço música
de melancolia
do samba fervente
e as de eternos
amor.
Todas com lutas
de tristezas - alegrias -
contem de sentimentos
-uma dor-
Ouço no rádio
os locutores
deixando de lado
seus amores/ e alegrando
os de outros/ vindo
em suas mentes os
amores antigos e os
perdedores.
Ademir o poeta.
Quando o céu despontava
amarelado aos meus olhos, meu
coração acelerou... pois a luz que
o sol despertava , era para meu
eterno amor.
Nunca fui santo, nem bom demais ...
sou o suficiente pensador de
rastrear meu viver.
Havia um chuva bem fina
que refrescava o amanhecer :
de um dia , que esperava eu
um beijo teu ter.
Ademir o poeta.
Em tempos muitos
distantes ... quando o Egito
estava ocupado por
Roma.
Ouvi dizer de um amor eterno
entre Cleópatra e Marcos Antônio.
- a luta entre os dois continentes -
era forte nas mortes e nas
fontes : onde nasciam rios de fome.
Eram sentidas e derramadas
por grandes lutas infames.
- Mas o amor de ambos continuavam -
e eles pouco se importavam com
as lutas de seus homens.
-Podiam cair ao lado de ambos-
que aos poucos foram se
acostumando.
Quando Marcos Antônio morreu...
Cleópatra se envenenou com
uma serpente que adorava > o
cesto onde seu amante costumava
beber o amor como sangue.
( Ela disse adeus mundo cruel )
( Pois vou junto com ele para )
( uma eternidade , onde nada nos consome ) .
- Viva o Egito e Viva o Império Romano.-
( Meu amor Marcos Antônio )
Ademir o poeta.
A Glória de meu viver
é saber , que um dia serei
reconhecido como
um homem sensato e
de boas relações.
Sejam elas com quem
não conheco pessoalmente -
ou a minha fortificada solidão.
Pois delas tiro minha
colisão com um mundo >
onde sei... que ainda não
tenho boa relações.
Ademir o poeta.
Ouço todos os dias minha
caminhada , dando um som de martelada
no meu cérebro ... pois minha
surdez me incomoda , estando ela
a caminho de minha jornada.
Dizem que é sujeira no ouvido , muita
cera acho eu... produzida por abelhas
inventado pela minha sordidez
de ser o que não sou : um surdo.
Pois está somente começando tal obstáculo
em minha vivência.
Ouço todos os dias de minha
caminhada, dando um som de martelada
nos cantos dos pássaros que começam
bem de madrugada.
Ademir o poeta
Grande são as almas
cruzando o espaço/ das
terras indo para o infinito
encontrando os espiritos
nas carnes dos vivos.
Junto as belezas etéreas
das cores, tudo novo , o corpo
os amores/ voltando a juventude
na terra em flores e lirios.
Ana fontana no espaço aberto
correm os espiritos /passam dos
escuros para a luz / Paz... Paz... no mundo
Bendita - Bendita
Ana - terra
o Seu eterno brilho.
Ademir o poeta.
Este sim é um belo
rapaz- homem - sua tez
é sem igual - sua boca é
de uma doçura labial -
Teus versos escritos são
fortes e serenos - as vezes
um pouco reluzentes - e tem
muito de igualdade - no
escrever - e teu semblante
é obscuro pelo vento.
Ele é um belo rapaz homem-
não se pode negar a beleza
de tua face - como a de um
angelical anjo.
Tu és um belo homem.
Ademir o poeta.
Caminhemos
no dia que há de vir
a resposta dos pés
cansados, mutilados e
muito amados.
Nas noites quente de
verão... pois um
passo sequer nos
poem em solidão.
Caminhemos
na praia de sol nascente
e poente e de faces
erguidas, veremos
o infinito que o Senhor
DEUS nos dará.
Nas estradas sujas , largas
e abandonadas , pois
delas tiramos a face oculta
de nossos semelhantes.
Porque nossos passos se
alargam e passam pelos
nossos pensamentos, deixando-nos
em uma praia de sol poente e
nascente.
Ademir o poeta.
Eu sou uma criatura
criada por Deus... como as
demais > sou uma pessoa que
deseja algo : alem de escrever
meus poemas e minhas
poesias.
Eu sou uma criatura
que deseja ser alem de minha
imagem... ser um anjo
de asas nos pés e nos ombros.
Ademir o poeta.
A... hoje dia de sofrimento
minhas pernas tremem...
meus braços sacodem , mas não deixo
de escrever , por mais que tentem
me difamar e achar o que
deixo escrito é mentira.
Não me ataquem pois sou
uma boa pessoa e de alma
limpa , pois o senhor
sempre me abençoa.
Adonai o criador de todas
as criaturas... sempre me
acompanha em minhas
aventuras.
Ademir o poeta.
Uma menina e um menino
que se amavam.
foram crescendo e
crescendo... e se tornaram
adolecentes > se amaram
ainda mais , para eles
este ato era inocente e
eterno.
Tudo faziam em conjunto
iam a escola , brincavam
nos rios de águas tão limpidas
que mais pareciam diamantes
a luz do sol .
E ainda se amavam mais e mais
inseparáveis nas palavras do
amor.
Tudo iam muito bem... até que
um dia os pais descobriram
- os separaram -
As suas dores foram tão intensas
- que ficaram doentes -
e durante semanas os pais
não sabiam o que fazer...
E por um quererem serem uma só
pessoa . se transformarem de uma
noite para o dia em duas rosas-flor .
Assim terminam todos amores proibidos
pela ignorância dos adultos ... que também
já foram crianças - e sentiram as mesmas
e eternas dores de um amor.
Ademir o poeta.
Meu coração diz
vai ... vai... se declare > seja
forte nunca desista do
amor que sentes por
ela a mulher que
é tão enamorada , por ti ...pois é
o que o povo diz.
Sejas forte . Seja claro nas
palavras ditas , não gaguejes
e diga te amo. amo. como nunca
amei , pois é o que o povo diz.
Então meu coração diz. Vai... Vai...
se declare e seja um homem
eternamente feliz.
Ademir opoeta.
Procurei no passado distante
a fina flor que beijei
e fui largando no caminho
as pétalas quebradas
no destino da vida.
Procurei nos regatos límpidos
a imagem perdida e minhas
mãos deixaram cair
o espelho, quebrando-se
o meu passado e lá se
foi meu reflexo.
Procurei nos passos a
marca dos momentos
e somente vi poeira
a segar-me
Procurei no céu uma
estrela, que brilha
o meu destino. mas
ela desapareceu.
Procurei a maldade assassina
veio tudo, pois a fina flor
que beijei e no caminho deixei
cair, matou-me - enterrou-me.
foi esta minha sina.
Ademir o poeta.
Aos dias domingueiros
nos dias carnavalescos
chovem como pingos
pétalas azuis.
São tão azuis que
todas as ruas se escurecem
de perfumes variados que dos
céus descem.
O corpo molha o corpo
a boca fica como
mel de variados gostos:
dos que delas merecem.
Flor... flor... flor... de jardins
celestiais/ cantam os passados
nos arvoredos/ Paz...Paz...
Ademir o poeta.
Não sei porque tu
vais embora... pois
minha saudade já começou.
Meu coração bate intensamente
por tua partida inesperada...
Minha flor imaculada
não podes faze isso comigo..
pois sempre fui muito gentil para
contigo.
Olhes para meu rosto , e veja
o quanto de sofrimento ele está
sentindo neste agora.
Pois o forte de minha paixão é
quando tu - ao meu
lado estás toda linda e encantada.
Não sei porque tu
vais embora. amore mio - minha
idolatrada ... por favor não me
deixe só neste mundo todo
desencantado.
Ademir o poeta.
A este passado que
me carrega, pela imensidão
da vida, que não detesta nem uma
formiga... pois tem pena até
de pissar nesta criatura tão pequena -
me faz caminhar com cuidado
pelas ruas e grandes avenidas.
Penso sou grande demais
para as criaturas feitas -
pela natureza divinas.
Me faça pois senhor
bem pequeno , para que meu
coração seja leve , sem
qualquer inimigo.
Ademir o poeta.
Ao comer o
pão de trigo/ a
mistura de fubá
alimento/ o corpo
e o espirito, sente-se
forte.
O pão e o padeiro
o forno batendo a massa
alimenta a minha esperança
da fome que um dia por
fim terminará.
A terra a fornalha, o amarelo
do milho/ do trigo / junta-se
criando alimentos para os
famintos.
O Broto amarelo / a cevada /
o trigo/ o vinho / e finalmente
o pão /alimentam nossos
corpos/ os seres que estão vivos /
sem terem mais aflições.
Ademir o poeta.
Este silencio que
resiste aos meus passos,
deixando meu corpo na
penumbra das árvores no
cheiro das flores
molhadas pelo sereno.
Sereno triste solto em
natureza pura e amarrado
por cordas enviziveis me
trazendo a mente agonias.
Agonias preservadas e intocadas
que está sendo largada no
amanhecer de um dia.
Dia , que vem rompendo
minha alma e estremece um
corpo , que espera ser um
dia todo amado.
Amado, venerado por querubins
vindo de um céu escuro , com
suas espadas grandes, e junto
possamos romper esta
bela madrugada.
Ademir o poeta.
Se pudese abrir
meu peito - tirar
dele meu coração/
colocalo em uma
bandeja de cobre
pulsando sangue-virando
água-matando esta sêde
de dor e solidão.
Nada eu entendo das
águas quentes do plasma
vida longa/ mas
sei a sede da loucura
combatendo uma paixão.
Por fim esta bandeja de cóbre sêca
e virando - a de lado - jogo-a na areia
seca - deserta de minha maldição.
Ademir o poeta.
Meio século de força
de luta de esforço
de corpo do coração
de vida / solidão
dos ossos dos olhos
e da pele.
Suores corre no sangue
agua destilada misturada
ao vento / lento sorriso
boca sêca amargo beijo.
Vida continua rolando
morro acima por vontade
dele da alma do sonho
alegria nos lábios/ o
grande suor do delirio vencerei
a maldição.
Ademir o poeta.
Alegre é o sol
quando nasce como
um brilho de ouro.
O entardecer quer que
o anoitecer seja belo/
Pois é o sorriso da criança
que começa adormecer.
A tristeza é o sono
eterno da morte/ pois
nascendo -adormecendo -
escurecendo - a lua
aparece / depois o
sol brilha / sendo a
eternidade a que mais
prevalece.
Ademir o poeta.
Minha gatinha fifi
tem mais neurônios sensoriais
que os meus.
Pois ela sente , quando alguem
da familia sai e volta a metros
de distancia.
Acreditem ou não ... ela é
sensacional e muito
relevante em seus andares
pela casa , pisa macio e com
muito cuidado ... para não incomodar
os visitantes.
Minha gatinha fifi
tem mais educação que muita
gente... pois quando chega
alguem estranho > desaparece
para lugares escuros e apavorantes.
Minha gatinha fifi
é reluzente e triunfante.
Ademir o poeta.
A noites
que entram nos
corpos dos humanos/ e
ficam cheios de estrelas -
luas - madrugadas - todas
nevoentas.
Você fica leve como as
penas de aves , ai é neste
momento - nossa alma
revigora o corpo.
-Pois o universo está dentro
de todos nós .
-Maravilha
-Explendor
O sono do
Sonhador.
Ademir o poeta.
A igreja potente na alta pedra
os santos ornamentados em ouro e
prata, olhos fixos na eternidade ... eles
não viam... não sentiam o choro
do povo.
Os barracos desabando, pois
os santos nem por ali estavam...
pois protegidos pelas pedras se
sentiam.
(FORTES)
O povo desesperado clamavam , pois
a terra em que estavam se derretiam
como lavas.
Foram levados pelas fortes chuvas -
onde animais - foram - humanos
foram desaparecendo > menos é
claro o Templo do Senhor.
Tenho a impressão que o senhor
Adonai estava dormindo.
(Montanha do Macaco)
Ademir o poeta.
Fiz para mim um altar
onde nada existe...
somente as cores do
arco-íris : nele deposito
um pouco de terra de meu
corpo eleito.
Um pouco de água , e os
misturo : e digo está feito.
Assim imagino eu o efeito
espetácular da criação.
E derrepente as trombetas dos
sete céus e o paraíso se faz
presente ... com tantos anjos
cantando os seres humanos
estão sendo criados : com todos
seus males e imperfeitos.
Assim ouvi a voz tremenda igual a
de um vulcão em erupção.
Aparecendo as cores do
concerto.
Ademir o poeta.
Todos dizem você pode ser
o que quiser nesta vida... mas não
é bem assim > tem uns que
são mais bem alimentados >
tem outros mal alimentados>
tem uns com Q I mais avantajado
e tem outros que nem uma coisa
ou outra... são os abestalhados -
como dizem os ignorantes >
nasceu para servir e nunca será
um propietário.
( De sua própia mente )
( O Retardado ).
Não a respeito para eles e nem
cuidados do própio Estado.
Os mandatários passeiam
de carros com vidros tão escuro :
que parecem que estão no além.
( O inferno ) de suas ladroeiras
e pecaminosas apropiações >
da Nação e dos trabalhadores
aposentados.
Se não me engano teve um Presidente
a... agora me lembro >> Fernando Henrique Cardoso>>
que disse numa entrevista ( que os aposentados
sem distinção deveriam morrer )
>>>Seu descomungado.>>>
Ademir o poeta.
Anfiteatro... quem sou
eu ? almas das almas
-tablados sob o luar.
Humanos no passado -
mente absorvendo os
textos dos homens
letrados.
Teatros a céu aberto
circular - e a noite
as estrelas como
flores estáticas brilham
todo tablado.
( Estão a nos observar )
Um luar dos enamorados.
A sou ator! oh... somente
este meu corpo mental -
traz as luzes dos grandes
poetas universais!
-Letrados - sábios -
nos tablados sou
um ator consagrado.
Ademir o poeta.
Toda criatura tem o dom
de cantar... mas essa é de fazer soluçar.
Sua voz é tão angelical , que parece
vinda dos sete céus.
E ela disse não vim aqui por acaso:
Sou uma criatura que já se foi
em tempos adormecida :
e somente agora acordei.
Me encontraram em um casa
toda de gelo, onde dormia o sono
da eternidade , então aconteceu
que chorei.
Pois toda criatura tem o dom
de cantar... e adonoy me fez
por fim : a decidir me acordar.
Canto para toda a terra e para
o universo ficar sereno... e a paz
novamente neste mundo voltar.
Que assim seja... felizes os que estão
a me ouvirem > pois eles aprenderão
a cantar e versejar.
Ademir o poeta.
Andares, trinta ;
carretilhas cordas de
segurança , sou um
pintor externo - meus
braços sobem e descem/
O rolo de tinta caminha
pintando andar por andar...
no primeiro penso!!! tenho
que ir até o último/
Em caso oro por minha família
e por mim - meses depois
estou no trigézimo / mas
continuo , pois quero
pintar o céu de branco e
amarelo./ cheguei as nuvens
e me sinto nos braços dos anjos /
estou cansado e durmo... o sono
dos justos / pois sou apenas um
simples pintor de paredes.
( trabalhador )
Ademir o poeta.
De um coração
No feto da vida o primeiro
a pulsar
com sinais de sangue a viajar.
Seguir depois o
restante das formações
até o corpo completo
caminhar.
Este escondido no
corpo enlutado
na escuridão.
Movimenta tudo... até
o amor e até a nossa
solidão.
Ele é claustro por natureza
escuro pelo corpo/ e morto
pelo tempo em cansaço /
da nossa respiração.
Ademir o poeta.
Bate...Bate...
apaixonado / faz
o sangue esquentar
e morar no corpo
quente que fica
no centro.
do peito.
Bate setenta vezes
por minuto e aumenta
a velocidade a
cento e vinte , deixando
seu corpo mole e
arretado.
Não me responde
nem meus pensamentos
o acalma, mesmo dizendo
por favor pare.
Por favor estou por ela
sendo muito amado.
Ademir o poeta.
Nas navegantes ondas
de meus sonhos...
todo meu barco
era azul-lilás.
Fluia docemente pelas
águas deste oceano -
que não sabia qual era.
Nem o ano , nem o mes ,
nem o dia.
Sabia apenas que navegava
para um sem fim , onde
suas águas encontrava o firmamento.
Ao chegar lá encontrei
uma passagem , a qual era
muito estreita ... dava apenas
para entrada de meu barco...
que com suas velas
baixadas > na frente tinha
um abismo , ao qual me
sugou e me levou para uma
ilha solitária... onde até hoje
vivo , como um eremita -
sózinho e alimentado
pelos deuses : aos
quais agradeço pelas suas
bondades- de manter a
minha vida... até os dias
de hoje.
Ademir o poeta.
Neste amanhecer acordei
bem disposto... meu coração
batia forte > minha alma -meu espirito= sentia-se feliz
e meu corpo se viu no
espelho - asas de anjo >
nas minhas costas balançando.
Eu não tinha nenhum tipo de sexo - era todo
limpo > somente minha carne meus ossos
e orgãos eram viziveis no reflexo .
Então resolvi sair pela janela e ser
agora voador.
Ademir o poeta.
Todo meu prazer é quando
dizem que estou louco...
Ai ... eu digo > beleza antes
assim do muito certinho /
e ser um desonesto- aproveitador -
Acusam de lento sem ação
e muito cheio de ilusão.
Tem mulheres que me dizem
saio da igreja com muita
paz... e eu digo estou em minha
casa sem camisa... elas dizem
é de mal tom ... eu digo ...
está muito calor.
Todo meu prazer é quando
dizem que estou louco... pois
não gosto de padres ... me
desorientaram quando criança ...
e depois dos cinquenta > fui
agoniado pedir uma orientação >
O padre me disse estou cansado
procure outro dia a sacristia.
Agora eu me pergunto isto é ser
um pastor : de um futuro
poeta escritor.
Ademir o Poeta.
Quente vermelhinho
iguais flores d'água
nos olhos claros verdes
de sua doce alma.
Andar vacilante, corpo
já envelhecido e no sol
clareia sua vida quando
anda.
Brilha no rosto o que foi
a tua juventude, corre
no tempo e os filhos
chegados em sua velhice.
---Mamãe---
Quanto é doce
teu amor no parto
---te amamos---
Ademir o poeta.
Ninguem vive para sempre >
somente nossa alma ... que é
muito intregigente : e segue
seu caminho para a integridade
de sua eternidade.
Todos deixamos um decedente
eu por exemplo > um espirito que
fica viajando pelo mundo
de tantas almas de muitas
gente.
Todos seguem o bom samaritano >>
>>aquele que dedica ao bem
estar das pessoas vivas : desta
terra em eterno sofrimento.
( Jesus ) por exemplo > uma
criatura limpa exemplar...
sofreu tanto pelos outros
e falou tanto para as multidões ...
que acabou sendo colocado em
um madeiro , por causa de um povo
ignorante : e sem espirito de bondade:
>>>que habitou todo o seu corpo>>>
lancetado e pregado com ferros
da própia terra em que nasceu
e morreu .
Tão pobre e desrespeitado.
Subiu aos céus em grande glória
>>>levado por Adonai ao reino dos santificados>>>
Ademir o poeta.
O pranto das canções
- das emoções -
arrancam os corações /
mesmo os que deprecivos choram os
que nos suicidios encontraram as
destruições.
Correm pelas ruas , pelas
noites/ estrelas vigilantes
são brilhos de carinhos
vivos nos teus caminhos.
O pranto das canções
derramam fios de luzes
no asfalto preto / com
tarjas amarelas brancas / teus
pés lento caminham - e tudo
para --- é clara tua lua.
Ademir o poeta.
Ela tudo vê
os olhos não, os prantos
de outros e a beleza
de um choro com paixão.
Ela vê os anjos
correndo - voando -
no paraíso e orando
aos santos
A mente vê
o coração sente a alegria
dos vivos e a tristezas dos
mortos.
Ela vê a ternura dos
encantos .
Ademir o poeta.
Hoje tive uma conversa
com um senhor...
ele me disse Adonai
está em todas as coisas.
Queiram ou não = acreditarem.
O Senhor criou tudo ... as
criaturas que nos fazem mal -
e as criaturas que nos fazem o bem.
As que nos ferem - o senhor
deu conhecimento para
que o ser humano desenvolva - uma
solução para combater as dores e os sofrimentos.
Tudo vem de Adonai o todo poderoso:
as plantas baixas e as plantas altas.
as flores de todas as espécies , umas
com espinhos outras não.
Os grandes Rios e os pequenos arroios
que vem por debaixo da terra...que ele
também a criou- e a adornou .
Todos os animais ... ferozes e mansos-
homens bons e homens maus.
Queiram ou não eu hábito cada
ser humano, sejam criminosos -
sejam os que defendem o bem - com
suas armas para combater os
de mas índoles .
Pois o senhor disse cada homem que morre - é como
se o sangue de muitos - se derramassem sobre a terra.
- de várias vidas de inocentes ou culpados -
que habitam este solo por mim consagrado.
Pois não a sobre esta terra ou por debaixo dela ...
que não sejam por mim com todo amor
criadas.
Amem então ao Senhor Teu Deus Adonai
de todo coração e de toda alma ... e de seu corpo
como escudo > contra o mal que se aproximam de vós ...
Ó criaturas de pouca fé - sejam fieis - aos Patriarcas -
aos Profetas... que pregam suas palavras ao
vento - quando tu não as ouvem. Santo. Santo. Santo.
Amem. ( Paz sobre esta terra )
Ademir o poeta.
(Da terra) nascem toda
bela e em nossos
olhos brilham o feitio do
corpo, aliviados por
longos abraços.
(Do ar) vem a vida caminhando
alegrias - tristezas - vivendo
no calor das cores do arvoredos
em infinitas belezas.
(Do fogo) aquecendo tudo
tirado da natureza , derramadas
as todas fazes das vidas.
(Da água) bebida santificada
nas secas ...
sustenta as carnes - peixes -
rios - mares - estes benditos
elementos.
Ademir o poeta.
Mar - Água - Sol
Homem mulher
abraços nas águas
frias que do céu vinha .
Sol - água - mar
Queimavam suas peles
beijos ardentes
se viam.
Água - mar - sol
Amores benditos
banhandos por mundo
de amores.
de Amar.
Ademir o poeta.
Almas Gemeas
na hora e o dia
que veres teu coração
sair do teu peito/
E junto bem na sua frente
um outro, tão brilhante
como ouro/
Ai estará a tua com teu amor
intenço e um brilho quente
como eterno fogo.
Tu entrarás em extase
e serão felizes para
todo o sempre.
Ademir o poeta.
Não te ouço mais
como devias te ouvir...
falas palavras tão sem nexos -
que meu coração sente algo
de extranho no ar que respiro.
Um ar de cor escura... que parece
me avisar > o que está te
acontecendo.
Mas não te ouço mais
como devias te ouvir...
a tua boca está seca e teus
lábios que eram serenos , se tornaram
como um destilado veneno.
Tuas palavras saem em avalanche
sem ternura e sem a doçura de
antes.
Agora mais do que nunca , me deixe
somente fazer de conta que
tu nunca existiu.
Na minha vida o ar escuro que
agora respiro ... está somente
começando a me trair > e estou
de voce a desistir.
Adeus.
Ademir o poeta.
Jamais um favor foi
prestado a mim... todos foram
por interesse / ou para dar
vantagem para outro
alguém.
Sempre abri minhas mãos a favor
de outros , para que minha
alma e minha consciência
ficasse comigo bem.
Jamais um favor foi
prestado a mim... todos
foram por almejarem atingir
outros seres , que nem conhecia -
e se tornassem importantes
na vida que vem...
... Esta vida que vem é do futuro -
- que por serem inimagináveis -
tornava-se a felicidade de um
humano - tão importante> e este
ao olhar-se no espelho da realidade-
...esta era a que realmente lhe
convém??!! Será!!! palavras vindas
do além.
Ademir o poeta.
No escuro da rua chove
as fôrças de gargantas
prestes a estourarem.
No quatro escuro brinca
a surdêz com o cégo, se
abrasam e afogam-se
até desmaiarem.
No escuros das igrejas
o canto apaga-se na
penumbra dos santos
protetores tão incansáveis.
No meio das florestas o
silencio ensurdecedor
agoniza, como a noite
que está a morrer.
Os que cantam a solidão,
tem o mar como único
acompanhante andante.
Nos arredores de todas
as vidas haverá uma
vida somente, como as folhas
ao se dobrarem , revelam
o segraedo das palavras.
Ademir o poeta.
Breve estarei
longe daqui/ não
sei para onde
ir.
Breve...muito breve...
sei que vou partir...
para bem longe .
Longe dos abraços
dos ventos , das chuvas
que do céu vem caindo
a me divertir.
Breve estarei na terra
dos sete palmos de onde
o criador me fez vir.
Ai... sim , saberei que
finalmente Patativa do
Nordeste eu conheci.
Ademir o poeta.
+++ A Compaixão +++
A vida foi criada
para desfrutarmos a felicidade
de um paraíso , que infeslimente
se tornou uma prisão -
para os que procuram
sempre maldição.
Hoje o sofrimento da
humanidade é tão
violento... que todos
os recursos estão
ficando em extinção.
A vida foi criada
para vivermos na
plenitude de um bem
estar e glorificação.
Hoje o que vemos são tão
fortes as aflições... no
corpo - na alma - no espirito -
e em nossos corações.
Que a vida criada por Adonai
se tornou um pesadelo -
para todo seu esforço de
em seis dias : concretizar
sua criação.
Os anjos postos como
guardiões ... se tornaram
figuras decorativas pela
ilusão.
A vida foi e será recriada novamente
como ... uma sequencia da
imagem do senhor em
sua compaixão.
Ademir o poeta.
+++Abandono de um Lar+++
Somente tu me faz
trazer a felicidade junto
a este lar... você traz alegrias
brincadeiras e contos de fadas
para as crianças ninar.
Tu me faz lembrar o dia
em que nos casamos
e por terras ainda virgens ;
podemos com nossos pés
caminhar.
Agora somente me resta
sua lembrança para
me fazer feliz , e poder
di ti me lembrar.
Pois me abandonaste
com as crianças ainda
pequenas - para mim
poder cria-las
Por favor volte ... para cá
com tuas alegrias e sonhos
de fadas :para as criançadas não
mais chorar.
Pois agora somente me resta
tua lembrança : para poder
continuar viver e me acalmar.
Por favor voltes para casa -
e faça a criançada
toda se alegrar.
Ademir o poeta.
+++A Traição+++
Onde bate o desespero
bate um coração maldito...
tão maldito > que sobrepoe
o corpo na mais alta
traição.
Foi o que aconteceu com
meu irmão.
Abandonado pela tua mulher
que não o amava...
e ainda o roubou > deixando-o
em uma penúria de fazer
dó.
Somente a força e uma fé
inabalavel ... conseguiu que
ele se erguece novamente -
e vencese sua dor de
coração : ajudado pelo
teus irmãos.
Ademir o poeta.
+++Borboleta Gigante+++
Ouçam meus lamentos
senhores da verdade... pois
estou caindo em uma armadilha
que meu espirito não pode suportar.
Vejo longos caminhos pelos céus
e neles quero passear... certa noite
de chuva intensa - peguei uma
nuvem carregada e nela
pousei meu corpo para
descansar.
Por favor me ouvem senhores
da verdade - os sonhos
que neste mundo não consigo
mais tolerar.
Pois quero de qualquer maneira
viajar... por lugares onde
habitam borboletas - unicornios -
e muitos anjos com sua asas a baterem -
nas flores que estão a balançarem -
com as fortes ventanias de seus movimentos
nos ares.
Quero viver como eles ... mas sei
que essa corja de pensamentos ruins :
não me deijam navegar.
O que me adianta tomar tanto medicamentos :
se meu corpo continua a tremer e
meus lábios começa a balançar.
Pois Senhores da verdade
destrua-me : deste mundo
onde não consigo mais
velejar e voar.
Façam de mim uma larva...
e depois com o tempo uma borboleta
gigante > para que nesta terra
eu possa alguem amar.
Ademir o poeta.
+++ Os Santos Homens+++
Uma coroação de flores
com espinhos... doi toda a face
de um cristão.
Mesmo no madeiro que esta em
todas as nações - a dor das
batidas moem um coração.
O peso de uma estaca de
acácia ... dobra um corpo
como uma semente > que
se vai com o sangue : germinar
em outro chão.
Por isso é que todos os
considerados criminosos
eram crucificados : com pregos
de ferros enferrujados ... para que
na demora da morte > enfraquecesse
um corpo já em decomposição.
De nada resolveram as crucificações >
pois delas subiam aos céus os homens
inocentes : taxados por subsverções.
Os madeiros estão espalhados pelo
mundo... assim como uma coroa de flores :
com espinhos que cheiravam a odores
de um jasmineiro.
O ferro é até hoje usado como
grandes pregos forjados para
os grandes homens : considerados ladrões
de muitas consciencias : e se julgavam
inocentes : com a simples lavadas de mãos.
Vivas então aos homens considerados
( santos em todas as nações )
Ademir o poeta.
+++ Uma Estátua Nua+++
Meu sentimento é de amargura
pois toda ternura : que um
dia tive nesta vivência
foi de pequenas aventuras.
Nada deu certo , pois
o ato de gostar ... é uma
postura de recomeço - em
que teu corpo pede uma
pouco de doçura.
Quando jovem tu pedes
de tudo um pouco... de
sexo e de beijos onde
queime teus lábios /
E se transformem em
uma pequena caminhada
pelas madrugadas nas ruas.
Uma noite estava tão amargurado
que beijei uma pequena
estátua de mármore: em forma
de mulher romana ... na praça
em que aparece toda nua.
Pois era noite e já madrugada -
nada tinha a temer ... pois
a mulher romana não reagiu /
perante minha bravura.
Mas em minha mente ela dançava
e ternurava - com seu belo
desenho de marmore ... que me
desejava com ardor .
(Dizendo que me amava)
Foi o ápice de uma pequena
desventura de loucura.
Adeus pedra branca
que de manhãzinha dormitava
...agora como uma estátua / que
nunca amou e sorria como
uma mulher imaculada.
Ademir o poeta.
O Ato sexual
Algo me diz que continuarei
a versejar... mesmo que
todos sejam contra >
meu versos sempre ei de
compor e me acalmar.
Os valores do amor seja
de rico e de póbre : nunca irá
mudar.
Pois o ato sexual é perigoso
neste mundo atual :
crianças fazer nascer
em atos de amar.
E não sejam por isso que
a bondade e a serenidade será
extinta ... pois enquanto
existir o namoro > a terra
continuará a girar.
Ademir o poeta.
+++Lembrece de mim+++
anjo amigo de Adonai...
que vivo só a procurar minha
parceira - pois vivo sempre na
solidão - em meio as estas grandes
florestas , entre animais selvagens
e domésticos - que se reproduzem
e enchem toda terra habitada-
por tantos humanos com
amores fornecidos por vós.
Não me abandones nesta
imensidão de mares e rios - e
florestas imensas onde habitaram
todos nossos antepassados e que
vivem de vossa bondade , com todos
os tipos de alimentos , como frutas e
vegetais.
Lembrece de mim
anjo amigo de Adonai...
que vivo a solusar os momentos
de solidão - por falta de uma
companheira , que me de uma
prole - para continuar suas
imagens neste mundo tão imenso-
onde possamos ser felizes e
como companheira uma mulher -
de real beleza , para que sejam
belos e fortes - e dar uma decendencia
a toda Israel.
Ademir O poeta.
Se a luz de teu olhar
atravesa minha alma... é porque
ela quer ir para as estrelas.
E lá emite um brilho para
meu corpo , onde, faz
amor através dos cosmos
que está para nascer.
Derrepente ha uma explosão
de grande proporção...
onde pode ser criado
um universo de tamanho
ardor... que somente a luz
de teu olhar, está para
transportar uma grande
imensidão.
Me faça então este favor
direcione - este teu olhar
para o mundo todo...
onde a procriação está
por vir em grandes dimenções.
E este é um um lindo
olhar - que me faz sentir
vazar meu pobre coração.
Ademir o poeta.
+++Furacão+++
Certo dia >
Me perguntaram -você :
mora em um casa de rico...
eu não .
Você ganha muito bem
acima do padrão do Brasileiro :
aposentado...
eu não.
Você tem um carro na garagem :
eu não.
Você ainda trabalha : para
seu sustento...
Eu sim.
Porque se não - minha
vida seria uma verdadeira ilusão.
De fome - de doenças -
e de compra de medicamentos.
Você já pensou nisto ...
meu caro cidadão :
Ai ele disse eu não.
Então meu caro este é
o fim de sua entrevista:
Pois estaria no meio de um
furacão.
Ademir o Poeta.
+++Sete Palmos de terra+++
Quando me baixaram
a cova raza de minha
eternidade.
Vi todos os céus se
clarearem e anoitecerem.
Não importa como os
vi , mas sim como os senti:
na minha alma ... que já
tinha partido , para um
outro mundo vindouro :
que nunca conheci.
Meu sentimento de
que vários arcanjos : se
aproximavam me colocaram
em uma carruagem de
puro fogo ... que não queimavam :
mas sentiam os frescor de meu
corpo ... e ai sim se tornavam -
como gelo cobrindo um jardim.
O que desejo agora é sentir o frio e o calor
pois meu corpo não mais
existia... e asim os espiritos que
vinham e estavam a me ouvirem.
dizia eu... Santo...Santo... Santo...
é o senhor dos exércitos-
que me encaminhava para um
deserto de almas - de milhões -
de anjos a cantarem ... bendito seja
Adonai . O rei dos Reis , que sobre a terra
sempre vem com seus conselheiros: a capiturarem
seus devotos - do amanhecer ao escurecer.
Amem.
Ademir o poeta.
Quasares
Todas madrugadas
são belas.
Todas noite estrelares
são lindas e inesqueciveis.
Todo amor jurado perante
ao luar é eterno.
Meus olhos ficam a saltarem
para todo o universo.
não há coisa mais linda
que os quasares e a
via lactea.
Ademir o poeta.
Quisera eu poder
falar de amor... se
o poder do mesmo não
abrangece outros
tipo de sentimentos.
Todos são verdadeiros e ao
mesmo tempo circulam
pelo mundo em todas suas
criações.
Ademir o poeta.
O Jardineiro Poeta
Gostaria de ser um
grande executivo... ter
família e viver ao ar
livre de uma casa com
piscina .
Mas infelismente acabei sendo
um office boy ... um fazedor
de comando dados pelos
outros.
Não lamento o que fiz : mas o
que fizeram de mim ... um cuidador
de plantas de um pequeno jardim.
E ao alvorecer de um dia me
tornei um grande poeta... sem
querer dizer > por que Adonai foi
o responsável por eu ser assim.
Digo de alma bem limpa : que
adorei o que este grande Senhor fez
de minha pessoa um cuidador de
plantas ... entre as quais os perfumados
roseirais e jasmins.
Gostaria de ser um grande
executivo... mas não foi o que
este destino preparou para
uma noite que nunca teria fim.
de ser um poeta com cheiros de
diversas rosas e de vários jasmins.
Ah... que grande pegada o
todo poderoso : preparou
para este meu fim.
Ademir o poeta.
+++ O Perdedor+++
Sempre ouço uma
voz interior... tu és uma
besta mesmo > como queres
que a A B L , sejas um guardador
de seus escritos.
Tu não tens a luminosidade
dos jovens escritores.
Tu não tens a sabedoria
de manejar os versos -
como um nascer de uma flor.
Como queres tu sua besta :
ter um já terceira idade >
que a A B L seja sua mentora
e zeladora de: suas escritas tão
simplista e sem muito ardor.
Pois tu escreves muito diferente
de outros doutores em escritas >
sem ter teus corações em fortes dores...
Como tu seu perdedor.
Ademir o poeta.
+++ O Idiota+++
Minha sangrenta batalha
de me sentir um escritor é de
parar o meu tempo.../ e voltar para
um destino onde nunca tivese nascido.
Pois a palavra que quero dizer :
não me vem aos pensamentos.
Tudo se torna sangrento /
quando ouço o violoncelo
de Hauser vibrar.
Minhas memórias falham
meus extintos estão
estancados>/ o mesmo
acontece quando me vem a
memória : dos livros que li
e os mantive em meus pensamentos./
Não sei o que há em meu espirito
que sangra pelos olhos - o
vermelho do pintor Van Goghe
com sua orelha cortada por loucuras
de não ser compreendidas./
Me sinto um perfeito idiota:
de um autor que até agora
não me veio na memória.
Ademir o Poeta.
Eu me sinto no corpo
a nescesidade de sobreviver =
A palavra é esta me sinto mesmo -
na minha própia compreenção >
para levar a vida .
Pois quando ouço uma soprano
e sua vóz forte de encanto.
Meus nervos se congelam
e me parecem que estou nos
céus a voar e orar.
Bendito seja adonai ... o santos
dos santos... criar tantas criaturas
para que o mundo os vejam tocar
e a cantar.
Ademir o Poeta.
Tenho na mente
uma dificuldade de cantar
mas tenho no coração
o ato de aprender sempre
amar.
Minha voz é horrivel
mas meus versos
para conquistar uma mulher
e oferecendo rosas até...
(nunca deu certo)
Não sei o que mais
fazer se meu destino foi
traçado para viver só.
Realmente se concretizou.
( AMEI / AMOU / AMOR )
Ademir o poeta.
Vou encobrir minha face
pois ela está tão deformada -
e este meu corpo como quasímodo -
me vejo nos vitrais da Notre - Dame -
todo curvado.
Me vejo colocado em um tumulo
simples ... bem ao lado
desta construção
milenar . onde morri por amor
a ela > minha paixão cigana
de outrora.
Vou cobrir este espelho
pois até no meu caixão
o colocaram .
E até os dias de hoje meus ossos
são de utilidade pública.
A... esmeralda minha cigana encantada -
se tu soubesses o tanto que te
amei - e agora sou um ossos
abandonados.
amor não tem versos
que possam dizer-te nesta
minha eternidade, o quanto
nestes séculos padeço por ter de ti
Esmeralda ... tanta saudades.
Me curvo diante de meu corpo
curvado / a sabedoria de um
homem com tantos defeitos :
por ti ainda nos ossos
apaixonado.
Assinado Quasímodo o
mal amado.
Ademir o poeta.
Enquanto haver beleza
neste mundo haverá olhos
que o apreciem...
Enquanto os mares forem
azuis - verdes - rosa -
toda humanidade será
bondosa.
Enquanto houver rios
longos e profundos e
botos que o habitem ... serão
por ti e por todos os humanos -
admirados por longos anos.
Enquanto houver cerejeiras em parques
como uma estrada de beleza... toda
alma se aprofundará em viver-
neste belo espetáculo -azul e
branco.
E Quando olhares para os céus
e sentirem - as estrelas brilhantes
como um sol - é porque seus
corações estão amando.
Ademir o poeta.
Andai nas ruas
friorentas , onde criaturas
-aleijadas - merecem -
seu respeito.
Respeito por homens
de quilates em diamantes...
olhando o próximo com
a si mesmo.
Andai na escuridão
de seus casebres, onde
a luz vem do sol e da lua.
Senhores de gerações
nobres - de poder puro
em teus corações... olhem
para as nuvens e saibam
que os desafortunados - as
veem como algodões doces.
para serem os futuros de
todas as nações.
Ademir o poeta.
Os vazios das noites
serenas - o latir dos cães -
pedras muitos molhadas
na maior escuridão.
- Olho as estrelas tão
longe da terra e mesmo
assim brilhando - em
confronto com a luz da lua
e sua imensidão.
Os vazios do silêncio
a chuva fina no rosto/ é
doloroso - meus olhos soltam
lágrimas de dor.
Ademir o poeta.
Liszt faz do amor
um ocultismo de
prazer de purisima água /
nascida em montanhas onde
habitam pequenos seres /
que tem uma alma explendorosa
de nasceres.
Liszt faz da vida
uma cantata pelo movimento
de suas mãos- que ocupam
um mundo de muita ilusão.
Seus olhares nunca pediram
qualquer perdão... pois compos
as mais sagradas canções.
liszt faz de suas dolorosas
paixões... um amor que não pertence
a este mundo > vive nos setes céus
dos nasceres com compaixões.
Seu eterno espirito caminham
pelos monte altos , invertidos em
raizes para todos universos /
onde existem as mais reflexiveis
emoções.
Seus olhares nunca verteram uma
lágrima, por más ações. Sempre
pensou em sua época de vida /
os explendores de uma unica
versão.
Um amor onde o deixase
com fortes esplossões /
de um violoncelo / violino /
um piano / em suas delicadas mãos.
Liszt foi... e é um compositor
que navega pelo mundo/ com
um barco a vapor ... sendo levado
pelo fogo de suas eternas
composições.
Ademir o poeta.
Pelos caminhos de
ternura... tu segues
em minha rua > que não é
do passado e sim do presente.
O Amor que sinto
por ti , é tão intenso que
lamento todos os dias ... estar
tão longe de você.
Pois já amei muitas mulheres
no sentido platônico > por
ser sexualmente inativo - desde
a minha meninice.
É uma palavra chamada de
assexuado ... por não sentir
prazer em namorar ou
atração por homens ou mulheres.
Somente amizades e trocas
de carinhos.
Esta é a verdade de minha
felicidade , em desabafo
sempre sozinho.
Ademir o poeta.
Podem sorrir de meus poemas
podem chorar de entristecer
a tua alma.
Pois a verdade faz doer
e sofrer as benditas
saudades.
Não me queiram mal
por fazer o melhor de mim.
( este ato de escrever )
Sempre lutei para seguir
este caminho - mas o mesmo
não é tão fácil...
Toda minha escrita é muito
volúvel , uma ora é encanto
outra ora é desencanto.
Pois a verdade faz doer
e sofrer as benditas
saudades.
Podem chocalhar - detestar -
mas não me venhas com
intenções de me amar.
Pois esta palavra já foi a muito
tempo esquecida : nos meus versos
que são todos mortais.
Ora pois... sou um que certa
manhã > amanhecerei sem
respirar... ai sim !!!??? podem
me enterrar para sempre:
no campo santo de qualquer lugar -
desta terra secular.
Ademir o poeta.
Queres tu a gemer
por um amor que perdeste...
faça-o então , esfregando-se
nos lençóis em que ficou
o cheiro dela.
O odor de sua pele
de seus lábios - de seus
roseados seios.
E de suas coxas tão
lindas e cheia de perfumes.
Queres tu a gemer
por um amor que perdeste...
faça-o então pelas ruas
onde podes chorar a vontade :
pelo amor que perdeu.
(Adeus)
Ademir o poeta.
SOCIAL
DEMOCRACIA
HUMANISTICA
PREVALECIDA
POR
Estado de direito
e pelo império das leis.
SOCIAL
DEMOCRACIA
HUMANISTICA
FILOSÓFICA
-Do não ao capitalismo
selvagem e predador.
que esta nascendo em nossa
propia nação.
Esta será nossa única
salvação -
- LIBERDADE
-IGUALDADE
-FRATERNIDADE
E O FIM DE TODA OPRESÃO.
Ademir o poeta.
Meu senhor Adonai
tirai-me deste ansiedade...
que me consome a cada dia
meu coração , minha alma, meu corpo ,
meus ossos , minha dificuldade
financeira que a cada ano me
sufoca.
Por favor me socorra , nestas horas
de extrema aflição.
Esta escrita é muito pessoal ... mas
não tenho como segurar minhas
duas mãos.
Por favor Meu senhor Adonai
tirai-me desta calamidade.
Amem. Santo .Santo .Santo.
és tu senhor que socorre
os aflitos e sofridos.
( pois tu me mantem ainda andando )
Ademir o poeta.
Nesta noite sai do trabalho
e segui para meu psiquiatra, que
ficava um pouco distante.
Fui de Õnibus.
Chegando ao centro da cidade
peguei o elevador e chequei
ao décimo andar
Sala 1001.
A recepcionista estava a minha
espera, ela disse o doutor está
no seu aguardo.
Boa noite... ele respondeu da
mesma forma... boa noite.
derrepente a luz toda da cidade
se apagou...meus olhos começaram
a balançar... meu corpo tremer >
minha voz , que sentia que não era minha >
(dizia vivo em um mundo onde todos
são iguais perante o criador.)
Meu coração palpitava , meu corpo
balançava e ao caminhar para
ir ao térreo. nada enxergava...
a não ser uma luz que na minha frente
me guiava. chegando em casa
ao abrir a porta a luz elétrica voltou
e a luz que me guiava ... seguiu rapidamente
para um céu ...deixando somente
seu rastrear de claridade , que durante
uma hora e meia me guiou para
minha familia. Que preocupada me
esperava.
Esta verdade vou levar a frente...
pois meu coração e minha alma
ficam tranquilos , quando sobre este
assunto me lembro ... de ter acontecido a
exatamente : quarenta e cinco anos
( para ser finalmente revelados.)
Ademir o poeta.
É seca > e bem alta
seus galhos desabam
perante o sol em fogo/ mas
vivem na esperança
de água dos céus para
animar.
Dias vão... dias vem... meses -
anos - a árvore resiste à
seca - já quase sem vida - mas
um dia o céu se abre e ao
seu deserto vem a molhar.
Resistiu anos para
florir/ a primeira cheia de
explendor (flor) como
a ceiva/ alegria de sua vida/ então
o céu anoitece, ela brilha com
o luar , representando a sua
vontade de recriar.
Ademir o poeta.
Trancado em quatro paredes
de um quarto bem pequeno...
a Imaginação é fértil
o corpo todo dói
a mente pula nas
portas... querendo
arrebenta-las de qualquer
maneira.
Assim sofrem os considerados
loucos por liberdades
infinitas: em um céu de
cores pratas/azul/roseadas.
Eu sei o que digo por que meu
irmão passou por isso.
E o tempo passou e ele
finalmente se libertou
fugindo.
Hoje está em casa bem tratado
e cuidado... não sofrendo mais
a perda de sua sanidade.
Ademir o poeta.
Sinta corpo meu
O vento e seu grito
O grito de minha boca
A solidão dos céus
O barulho dos mares
A vóz de minha alma
O verdejar de meus olhos
O trepidar de minhas mãos
A força de minhas pernas
E a olhe para minha
vida eterna.
Ademir o Poeta.
Como posso eu um
simples mortal... retornar
no tempo - e dançar
as valsas nas ruas
amareladas , das calçadas
largas e molhadas
de Viena.
A damas e cavalheiros
sendo levados , aos ares
de uma valsa iluminada
pelo genio musical.
( STRAUSS )
Como posso eu um
simples mortal... voltar
no tempo !!! e dançar com
minha amada .
Que agora se
encontra como uma alma
serena a caminhar pelas
ruas e tão mal iluminadas.
Somente a vi e disse-lhe -
com a voz embargada
(Adeus).
Ademir o poeta.
Ouçam senhores meus
clamores... de jamais
sentir ódio - ou mal feitos
pela minha natureza de humana
criatura.
Pois sei que minha verbo- rachia
é pequena , e não sei dizer
palavras acadêmicas -
de pensadores e filósofos
descriminadores.
Ouçam senhores meus
dissabores, pois não tive as oportunidades
de saberes como tu.
E pela minha natureza humana -
tenham compostura - de respeito -
para os que tem menos leituras.
Ademir o poeta.
É o prazer de todos
os humanos...
saber amar e saber falar palavras
que voam pelos ares-
de uma mulher que ele desejar.
É o prazer
de todos os animais...
saber ser bom e correr
pelas matas virgens
de nossa terra com lazer.
É o prazer
de todas as criaturas
que tem vidas latentes
na suas culturas de inocentes.
É o prazer de todas
imaginações de nossas
mentes ... saberem que
vão ser um dia pessoas decentes.
Então digo mesmo -
vamos amar - vamos
sentir o frescor da vida- na nossa
imaculada virgens mulheres-
ainda crescentes.
Desde a meninice até o
tempo presente. vamos sentir a
conceituada virtude de humanos(as)
que sentem no corpo sua alma
vivendo latente.
E por fim sentiremos que
a vida vivida - é um grande
e formoso presente.
Ademir o poeta.
Olhem por onde andam todas
as criaturas - anjos de guardas de todo este
universo - bendito és tu Reis dos Reis .
Levantem suas espadas do perdão e siga-nos
pelos nossos caminhos tão enganosos - que nos
levam a perdição.
Tenham piedades de nossos corpos e de nossas
almas - que por ignorância vivem lamentando todas
as más sortes .
Olhem - por favor - desde os mais pequeninos - até
ao mais grandes dos seres humanos - que por sua enorme
bondade nos da seu perdão.
Sejam tua sarça ardente eterna - do Monte Sinai até
este todo mundo - em que vivem suas criaturas
que por ti pede seu perdão- Adonai .
Levantem suas espadas de fogo eterno - para que
toda esta humanidade seja perdoada de suas
imensas transgressões.
Assim então vos peço - com toda minha vergonha -
sua grande e imensa glória - perante esta
nossa grande solidão.
Ademir o poeta.
Ah... somente o verdadeiro bem querer
pode nos igualar a outro ser humano - ah...
somente uma forte adoração por outro -
pode nos levar a se retirar de uma
grande e triste solidão.
Existe uma selva em nossos corpos -
as quais - não nos deixam sobreviver
a um ataque de desilusão . Ah... meu primeiro
amor - como pode me deixar tão
sofrido neste mundo cão.
Sintam a vozes que vem das altas montanhas
- onde o sol brilha e resplandecem - em suas
adoráveis e belas faces de irmãs e irmãos.
Ah... estas corridas tão sofridas > para conquistar
um belo e alegre sentimento sem - estas malditas
tristezas de dores em nossos corações.
Ademir o poeta.
Meus caros amigos - tenho ânsia
de escrever ... e não sei de onde sai
tantos pensamentos - de muitos delírios
da minha alma ou de minha mente
que vive equilibrada por medicamentos.
Em tempos me sinto vazio - mas
tem momentos que me sinto - percorrido
por palavras no corpo todo - e me
imagino como total loucura.
Já fiquei por seis meses estático - sem
nenhuma ação - minha mente vivia
sonos medonhos - meu sentidos -
procurava outras vidas de aventuras.
E Em tempos me sinto vazio - mas
tem momentos que estou a vaguear - pelo
universo - de minha própia criação.
Ademir o poeta.
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Abismo Humano. · Ademir D.Zanotelli *Poeta* · 2026
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