O Suicida
O pranto das canções
- das emoções -
arrancam os corações /
mesmo os que deprecivos choram os
que nos suicidios encontraram as
destruições.
Correm pelas ruas , pelas
noites/ estrelas vigilantes
são brilhos de carinhos
vivos nos teus caminhos.
O pranto das canções
derramam fios de luzes
no asfalto preto / com
tarjas amarelas brancas / teus
pés lento caminham - e tudo
para --- é clara tua lua.
Ademir o poeta.
Comentários (0)
Iniciar sessão
para publicar um comentário.
Ainda não há comentários. Sê o primeiro a comentar.
Outros poemas de participantes
VAI FICAR A SAUDADE...
Por fim a saudade que ficou transforma-se Num silêncio muito “Ao jeito que a vida quer” Ah, mestre Benito “Como eu amei a mulher brasilei…
Frederico de Castro
BELA VIDA! BELA MORTE?
Se minha vida é bela, Como será a minha morte? Deixa para lá a resposta, Viver é motivo de sorte. Prefiro pensar na vida, Fazer cada seg…
Celso Ciampi
Entre a Jura e o Cumprimento
Entre a jura e o cumprimento
da palavra em florescimento
primaveral de Lignum Vitae,
Nós, com os olhos fechados
e plenos de e…
Anna Flávia Schmitt Wyse Baranski
Futuras
quando tanto fosse o rumo quanto humano fosse tudo pudesse o futuro nascer das ruas do mundo viés do povo nas lutas havidas construção in…
AurelioAquino